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	<title>Como Criar Um Site, Blog ou Loja Virtual Gratis - WebMaster.pt &#187; Teoria</title>
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	<description>Aprenda Como Criar Um Site, Blog ou Loja Virtual com WordPress e Joomla e Ganhar Dinheiro Online</description>
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		<title>Efeitos De Som Em WebSites: O Sonoro É bom?</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Feb 2011 10:16:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tárcio Zemel</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Teoria]]></category>
		<category><![CDATA[Web Design]]></category>
		<category><![CDATA[jQuery]]></category>

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		<description><![CDATA[Um site deve ter efeitos de som ou não? O Tárcio Zemel apresenta as vantagens e desvantagens dos efeitos de som no web design.<p><a href="http://www.webmaster.pt/efeitos-som-websites-12471.html">Efeitos De Som Em WebSites: O Sonoro É bom?</a> &eacute; um artigo da nossa comunidade: <a href="http://www.webmaster.pt">Webmaster.pt Marketocracia Digital</a></p>

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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.webmaster.pt/wp-content/uploads/2011/01/efeitos-de-som-sonoro-web-sites.jpg" alt="Efeitos de som em web sites: bom ou ruim?" width="300" height="300" class="aligncenter size-full wp-image-12473" /></p>
<p>Existe uma polêmica forte entre desenvolvedores web sobre colocar ou não <strong>efeitos sonores em web sites</strong>. Alguns são da opinião de que é algo ultrapassado, sem necessidade, irritante e até mesmo &#8220;brega&#8221;. &#8220;Isso é tão 1998&#8243;, dizem. Embora não deixem de ter certa razão, é importante não perder de vista que cada projeto possui necessidades, especificações e peculiaridades próprias e que, na web, lidar com generalizações, em certos casos, pode ser algo perigoso.</p>
<h2>Ter som ou não ter som?</h2>
<p>Os argumentos de quem defende que <strong>um site não precisa de efeitos sonoros</strong> são muitos, dentre eles:</p>
<ul>
<li>&#8220;É desnecessário&#8221;</li>
<li>&#8220;Não tem utilidade&#8221;</li>
<li>&#8220;O site fica mais pesado&#8221;</li>
<li>&#8220;Ninguém se importa com isso&#8221;</li>
<li>&#8220;Há coisas mais importantes&#8221;</li>
<li>&#8220;É algo ultrapassado&#8221;</li>
<li>&#8220;A bounce rate do site aumenta&#8221;</li>
<li>etc</li>
</ul>
<p>Segundo podemos ver, muitos dos argumentos são válidos, enquanto outros, nem tanto. Vamos analisar cada um destes.</p>
<h3>&#8220;É desnecessário&#8221;</h3>
<p>O argumento é parcialmente certo, pecando pela ampla generalização do argumento. Na web, principalmente no desenvolvimento web, afirmar uma generalização com toda a certeza geralmente é um equívoco.</p>
<p>Pode haver, sim, sites em que <strong>efeitos sonoro</strong>s são totalmente inúteis e desnecessários (ousaria dizer que, na maioria dos casos, é assim). Entretanto, há sites que &#8220;ganham vida&#8221; quando efeitos de som estão integrados a sua interatividade, tornando a experiência de uso melhor e aumentando a <em>agradabilidade</em>.</p>
<h3>&#8220;Não tem utilidade&#8221;</h3>
<p>É o caso parecido com o anterior. Tanto pode ser uma afirmação verdadeira, quanto pode não ser.</p>
<p>Certamente que para um site de engenharia, sons de britadeira e bate-estaca não teriam utilidade nenhuma. Agora, imaginem o site de uma casa noturna: um <em>player</em> com músicas da casa sendo apresentadas aos visitantes certamente se faz um bom &#8220;climatizador&#8221;. Sejam os visitantes já frequentadores do estabelecimento ou, simplesmente, pretensos a isso, conhecer o som que é oferecido pela casa noturna é uma experiência interessante a ser levada em consideração.</p>
<h3>&#8220;O site fica mais pesado&#8221;</h3>
<p>Verdade.</p>
<p>Independente do motivo, a motivação, o argumento ou a técnica de desenvolvimento utilizada para conferir <strong>efeitos de som</strong> ao site, é fato de que as páginas com este tipo de recurso têm peso maior (embora existam técnicas para amenizar isso). Afinal, é um elemento a mais que deve ser carregado.</p>
<p>Por isso, é importante fazer uma análise séria sobre a real necessidade de haver ou não efeitos sonoros em um web site.</p>
<h3>&#8220;Ninguém se importa com isso&#8221;</h3>
<p>Mais uma vez, uma generalização perigosa. Talvez o dono do web site se importe; talvez o público se importe; talvez os acionistas se importem&#8230; Muita gente pode se importar, isso é fato. Mas o fato de &#8220;poder&#8221;, não quer dizer quem efetivamente, vai acontecer.</p>
<p>Se tiver pretensões e/ou projetos de inserção de som no web site inteiro ou somente algumas páginas, a situação ideal é fazer alguns testes de usabilidade. Caso não tenham condições, faça o melhor que seja possível, tomando por base <em>cases</em>, <em>benchmarks</em> e até mesmo o <em>feeling</em> do projeto.</p>
<h3>&#8220;Há coisas mais importantes&#8221;</h3>
<p>Geralmente há, sim, coisas mais importantes a serem feitas no projeto e desenvolvimento de um site que se preocupar com efeitos sonoros, sejam estes contínuos ou ativados por ações. Entretanto, caso se tenha decidido que este recurso estará presente, então ele faz parte do &#8220;todo&#8221;, e o as partes do &#8220;todo&#8221; do projeto são igualmente importantes.</p>
<h3>&#8220;É algo ultrapassado&#8221;</h3>
<p>Pessoalmente, considero este argumento fraco. Afirmar que algo é &#8220;ultrapassado&#8221; e encerrar o assunto não faz o menor sentido. Ainda mais que o desenvolvimento web tem suas &#8220;fases&#8221;, com suas &#8220;tendências&#8221; que vão e voltam, sendo importantes numa época, desconsideradas e estando prontas para voltar a ativa em um momento futuro.</p>
<p>Mais uma vez, deve-se considerar a importância e necessidade da inserção do recurso de som.</p>
<h3>&#8220;A bounce rate do site aumenta&#8221;</h3>
<p>Parcialmente verdadeiro. Há sites em que, assim que são carregados, uma &#8220;música ambiente&#8221; começa a tocar automaticamente. Os &#8220;gurus&#8221; da usabilidade sugerem que isto é um equívoco (neste caso, pode aumentar a taxa de rejeição, sim).</p>
<p>O ideal-teórico é disponibilizar o <strong>recurso de som</strong>, mas que isto venha desabilitado por padrão. Caso a pessoa queira escutar a(s) música(s), ela deve, explicitamente, optar por isso, e não ter sua escolha &#8220;antecipada&#8221; pelo próprio site.</p>
<p>Imaginem se todos os vídeos do YouTube começassem a passar assim que se entra na página inicial&#8230;</p>
<h2>Como inserir efeitos de som em um site</h2>
<p>Depois de muito analisar e comparar, pode ser que você e/ou sua equipe cheguem à conclusão de que, realmente, adicionar recursos sonoros no site será bom para o sucesso do site e experiência dos visitantes. Suponhamos que, no menu do site, um som deva ser acionado sempre no mousehover ou click. É algo simples de se fazer com jQuery (depois de chamar apropriadamente o jQuery e fazer a inicialização do mesmo, como tem sido mostrado em diversos outros <a href="http://www.webmaster.pt/tags/jquery">artigos de jQuery</a> do <a href="http://www.webmaster.pt/">Webmaster.pt</a>):</p>
<p><pre><code><br />
$(function(){<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;$(&#039;a.click&#039;).click(function(){<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;$(&#039;embed&#039;).remove();<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;$(&#039;body&#039;).append(&#039;&lt;embed src=&quot;click.wav&quot; autostart=&quot;true&quot; hidden=&quot;true&quot; loop=&quot;false&quot;&gt;&#039;);<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;});<br />
 <br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;$(&#039;a.hover&#039;).mouseover(function(){<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;$(&#039;embed&#039;).remove();<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;$(&#039;body&#039;).append(&#039;&lt;embed src=&quot;hover.wav&quot; autostart=&quot;true&quot; hidden=&quot;true&quot; loop=&quot;false&quot;&gt;&#039;);<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;});<br />
}); <br />
</code></pre></p>
<p>Caso o <a href="http://api.jquery.com/category/events/">evento</a> seja outro, basta escolher o que atende às necessidades do projeto.</p>
<p>Evidentemente existem muitas e muitas outras técnicas para se conseguir o mesmo efeito, mas esta é bastante simples e pode ser executada sem complicações. Caso conheça outras, compartilhe conosco fazendo um comentário!</p>
<h2>Conclusões sobre efeitos de sons em sites</h2>
<p>Como conclusão, nenhuma novidade precisa ser dita, somente o que já foi citado diversas vezes ao decorrer do texto:<strong> cada projeto é único e possui suas particularidades</strong>.</p>
<p>Se é preciso, necessário, requerido ou não o uso de efeitos sonoros num site, página, ativador, evento, ou o que quer que seja, esta decisão deve ser tomada e avaliada com bastante cuidado, levando sempre em consideração o &#8220;custo/benefício&#8221; e tendo sempre em mente a pergunta: &#8220;O que os visitantes do site estarão ganhando com isso?&#8221;.</p>
<p>Certamente, <strong>inserir sons em sites</strong> é algo importante a se considerar e, como qualquer decisão importante, deve ser pesada e avaliada com cautela. No desenvolvimento web, assim como em muitas outras áreas da vida, os detalhes fazem a diferença.</p>
<p>E você, é a favor ou contra à utilização de efeitos de som em web sites?
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<p><a href="http://www.webmaster.pt/efeitos-som-websites-12471.html">Efeitos De Som Em WebSites: O Sonoro É bom?</a> &eacute; um artigo da nossa comunidade: <a href="http://www.webmaster.pt">Webmaster.pt Marketocracia Digital</a></p>
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		<item>
		<title>Desenvolvedor web (parte 9): Acessibilidade</title>
		<link>http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte9-acessibilidade-11321.html</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Nov 2010 11:53:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tárcio Zemel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Featured]]></category>
		<category><![CDATA[Teoria]]></category>
		<category><![CDATA[Web Design]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais um artigo do Tárcio Zemel, na sua viagem pelas áreas de atuação dum desenvolvedor web. Neste artigo, vai focar a sua atenção na Acessibilidade.<p><a href="http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte9-acessibilidade-11321.html">Desenvolvedor web (parte 9): Acessibilidade</a> &eacute; um artigo da nossa comunidade: <a href="http://www.webmaster.pt">Webmaster.pt Marketocracia Digital</a></p>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-11341" src="http://www.webmaster.pt/wp-content/uploads/2010/11/desenvolverdor-web-acessibilidade-web-300x200.jpg" alt="Desenvolvedor web: acessibilidade na web" width="300" height="200" /></p>
<p>Olá, leitores do <a href="http://www.webmaster.pt/">Webmaster.pt</a>! Sem bem vindos ao último artigo da série sobre as áreas de atuação de um desenvolvedor web. Infelizmente é ao último artigo desta série, mas a intenção é que muitas outras mais sejam escritas! Em uma retrospectiva dos artigos publicados até então, temos o seguinte:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte2-front-end-back-end-10447.html">Desenvolvimento front-end e back-end</a>. Neste artigo vimos quais as diferenças e semelhanças entre o desenvolvimento back-end e front-end e quais são as atribuições de quem trabalha em cada uma dessas vertentes, com alguns exemplos práticos e alguma &#8220;parte filosófica&#8221;.</li>
<li><a href="http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte3-arquitetura-informacao-10531.html">Arquitetura da Informação</a>. Vimos, neste artigo, o que é &#8220;Arquitetura da Informação&#8221;,  que se espera do profissional da área de arquitetura da informação, o profissional chamado Arquiteto da Informação e algumas considerações de caráter geral.</li>
<li><a href="http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte4-usabilidade-10735.html">Usabilidade</a>. A &#8220;base&#8221; sobre o que é usabilidade com alguns conceitos para melhor entendimento e quais as principais atividades praticadas pelo profissional que trabalha com usabilidade.</li>
<li><a href="http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte5-web-design-10971.html">Web Design</a>. Uma introdução ao que é &#8220;Design&#8221;, conceitos sobre web design, o trabalho do profissional do ramo, o web designer, e dicas conclusivas sobre esta área de atuação de um desenvolvedor web.</li>
<li><a href="http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte6-seo-11029.html">SEO</a>. Foi visto o que é o SEO (Search Engine Optimizatio), quais as diferenças entre SEO Black Hat  e SEO White Hat, alguns atributos de um bom profissional da área, com links que ajudam quem está interessado na área a iniciar seus estudos.</li>
<li><a href="http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte7-bancos-dados-11183.html">Bancos de Dados</a>. Conceitos teórico-abstratos de o que é um &#8220;banco de dados&#8221;, SGBD (Sistema de Gerenciamento de Bancos de Dados), Linguagem SQL para manipulação de bancos de dados, Diagramas Entidade-Relacionamento e outras considerações.</li>
<li><a href="http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte8-marketing-digital-11300.html">Marketing Digital</a>. Vimos uma introdução sobre o que é &#8220;Marketing&#8221;, porque o marketing digital é uma extensão do marketing e algumas das possibilidades que um marketeiro tem para trabalhar.</li>
</ul>
<p>Então, para finalizar, nosso último será sobre <strong>acessibilidade</strong>.</p>
<h2>O que é &#8220;acessibilidade&#8221;?</h2>
<p>Para iniciar, vamos apresentar um conceito mais &#8220;formal&#8221;: segundo o Dicionário Aurélio, <strong>acessibilidade </strong>é a</p>
<blockquote><p>qualidade de ser acessível; facilidade na aproximação, no trato ou na obtenção. Acessível adj. a que se pode chegar facilmente; que fica ao alcance.</p></blockquote>
<p>É possível encontrar, também, na <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Acessibilidade" target="_blank">Wikipédia</a>:</p>
<blockquote><p>Acessibilidade significa não apenas permitir que pessoas com cadeiras de rodas participem de atividades que incluem o uso de produtos, serviços e informação, mas a inclusão e extensão do uso destes por todas as parcelas presentes em uma determinada população.</p></blockquote>
<p>Quer dizer, acessibilidade, como sugere o próprio nome, refere-se ao fato de  determinado recurso estar amplamente <strong>acessível</strong> às pessoas, independente de quais condições tenham ou se encontrem.</p>
<h2>Acessibilidade na web</h2>
<p>Imagine que você é portador de necessidade visual (cego) e queira acessar a internet. É mais do que óbvio que a maneira pela qual sua navegação ocorrerá é muito diferente da maneira com que as pessoas que possuem a visão perfeita. Até as pessoas que possuem outros tipos de deficiência visual não vêem o site como a maioria.</p>
<p>É para garantir que todas as pessoas tenham acesso a conteúdos na web, independentemente se são pessoas com deficiência ou limitações permanentes ou temporárias, que se pode falar em <strong>acessibilidade na web</strong>!</p>
<p>Através de técnicas de desenvolvimento web, atenção à diretrizes oficiais do W3C e uso de instruções e dicas de alguns documentos voltados à acessibilidade na internet, é possível garantir que as páginas elaboradas sejam acessíveis a todo tipo de público.</p>
<h2>Acessibilidade e Usabilidade</h2>
<p>Algumas pessoas confundem os conceitos e objetivos de <strong>acessibilidade</strong> e <strong>usabilidade</strong>. Apesar de terem, sim, coisas em comum, ambos não são a mesma coisa, tampouco a mesma finalidade.</p>
<p>Usabilidade, como tivemos a oportunidade de ver no artigo &#8220;<a href="http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte4-usabilidade-10735.html">Desenvolvedor Web (parte 4): Usabilidade</a>&#8220;, refere-se facilidade de uso de um produto ou serviço: <cite>usabilidade é um termo usado para definir a facilidade com que as pessoas podem empregar uma ferramenta ou objeto a fim de realizar uma tarefa específica e importante</cite>.</p>
<p>Já Acessibilidade diz respeito, como tivemos a oportunidade de explicar, ao fato de algo ser acessível a todas as pessoas, independente de limitações físicas permanentes ou temporárias e/ou a tecnologia que a pessoa dispõe no momento do uso.</p>
<p>Ambos, acessibilidade e usabilidade, têm pontos em comum e, para um bom desenvolvimento web, devem trabalhar juntos e em harmonia. Por exemplo: é importante que um site seja bastante fácil de se usar, que a pessoa consiga navegar e realizar seu objetivo de maneira simples e, ao mesmo tempo, deve-se garantir que este site seja acessível a pessoas com deficiência visual ou que estejam usando um navegador mais antigo.</p>
<h2>Referências sobre Acessibilidade</h2>
<p>Como citado anteriormente neste artigo, existe, no desenvolvimento web, muitas técnicas e diretrizes para se fazer um site acessível. São tantas que somente uma fração delas não caberia no espaço de somente um artigo. Fica, portanto, uma lista de referências para serem usadas no estudo da acessibilidade, tema tão importante e interessante, que deve ser levado em considerações no momento de desenvolver bons sites!</p>
<ul>
<li><a href="http://www.acessibilidade.org.br/" target="_blank">Portal de Acessibilidade</a>. Site de utilidade pública com normas técnicas, manuais e cartilhas para promoção de acessibilidade e inclusão da pessoa com deficiência. Aborda temas não somente ligados à acessibilidade na web.</li>
<li><a href="http://www.acessibilidade.net/" target="_blank">Acessibilidade para todos</a>. Destina-se a todos os que desejam facilitar o acesso ao computador, ao software e à Internet a pessoas com deficiência, através de tecnologias de acesso e técnicas de concepção de software e de conteúdos web acessíveis.</li>
<li><a href="http://www.acessobrasil.org.br/" target="_blank">Acessibilidade Brasil</a>. Site referência no Brasil sobre acessibilidade com artigos, notícias, informativos, cursos, leis de acessibilidade e muitos outros conteúdos.</li>
<li><a href="http://www.acessibilidadelegal.com/" target="_blank">Acessibilidade Legal</a>. Aborda acessibilidade, padrões web, tecnologias assistivas e mais. O diferencial deste site é que é feito e mantido por Marco Antonio de Queiroz, o MAQ, que é deficiente visual!</li>
<li><a href="http://www.dasilva.org.br/" target="_blank">DaSilva.org.br</a>. O primeiro avaliador de acessibilidade em português para websites! Valide se seus sites atendem a critérios específicos de acessibilidade com guias e dicas.</li>
</ul>
<h2>Conclusões sobre acessibilidade</h2>
<p>Atentar às regras de acessibilidade para web pode parecer, num primeiro momento, algo &#8220;inútil&#8221; ou que &#8220;gasta tempo à toa&#8221;. Mas seguir as diretrizes e aplicar as técnicas que favorecem a acessibilidade, na verdade, são medidas que devem ser tomadas pelo desenvolvedor web para garantir que seu site seja bom! Certamente você quer garantir acesso a todo tipo de público para não perder importantes visitas!</p>
<p>E, com isso, chega ao fim nossa série sobre as áreas de atuação de um desenvolvedor web. Esperamos que tenha sido útil e ficamos à disposição para receber sugestões de novos conteúdos a serem publicados no <a href="http://www.webmaster.pt/">Webmaster.pt</a>!
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		<title>Desenvolvedor Web (parte 8): Marketing Digital</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Nov 2010 09:47:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tárcio Zemel</dc:creator>
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<li><a href='http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte6-seo-11029.html' rel='bookmark' title='Desenvolvedor Web (parte 6): SEO'>Desenvolvedor Web (parte 6): SEO</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-11308" src="http://www.webmaster.pt/wp-content/uploads/2010/11/marketing-digital.jpg" alt="Desenvolvedor web e o Marketing Digital" width="400" height="197" /></p>
<p>Nossa série sobre as áreas de atuação de um desenvolvedor web e como é o trabalho do desenvolvedor em diferentes áreas está quase no fim. Entretanto, ainda há assuntos bastante interessantes para serem tratados e alguns conhecimentos a serem compartilhados. Em uma retrospectiva dos artigos da série publicados até então, podemos observar:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte2-front-end-back-end-10447.html">Desenvolvimento front-end e back-end</a>. Vimos, neste artigo, quais os pontos de semelhança e diferença entre back-end e front-end e quais são as atribuições de quem trabalha em cada uma dessas vertentes, com alguns exemplos práticos.</li>
<li><a href="http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte3-arquitetura-informacao-10531.html">Arquitetura da Informação</a>. O que é Arquitetura da Informação, exemplos e o que se espera do profissional da área, o Arquiteto da Informação, e algumas considerações finais.</li>
<li><a href="http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte4-usabilidade-10735.html">Usabilidade</a>. Alguma base e alguns conceitos sobre usabilidade e quais as principais atividades praticads pelo profissional de Usabilidade.</li>
<li><a href="http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte5-web-design-10971.html">Web Design</a>. Foram abordados conceito de web design, o trabalho de um web designer e dicas conclusivas sobre o profissional do ramo de design para a web.</li>
<li><a href="http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte6-seo-11029.html">SEO</a>. O que é Search Engine Optimization, o SEO, quais as diferenças entre Black Hat SEO e White Hat SEO, alguns atributos de um bom profissional da área e links que auxiliam a começar na área.</li>
<li><a href="http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte7-bancos-dados-11183.html">Bancos de Dados</a>. Conceitos teórico-abstratos de o que é um &#8220;banco de dados&#8221;, o que é um SGBD ou Sistema de Gerenciamento de Bancos de Dados (com exemplos), Linguagem SQL, Diagrama Entidade-Relacionamento e mais.</li>
</ul>
<p>Então, dando continuidade à série e seguindo nosso &#8220;guia&#8221; do primeiro artigo da série, <a href="http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte1-areas-atuacao-10349.html">Áreas De Atuação</a>, veremos mais informações sobre <strong>Marketing Digital</strong>.</p>
<h2>Conceito de &#8220;Marketing&#8221;</h2>
<p>Para entender melhor sobre um conceito, se este é derivado de outro conceito, é importante conhecer aquele que é seu antecessor. Então, para ser possível entender o <strong>marketing digital</strong>, antes é imprescindível entender o que é &#8220;<strong>marketing</strong>&#8220;.</p>
<p>Entretanto, não existe um só conceito formalizado que consegue definir o que é o marketing. Por exemplo, se acessamos a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Marketing" target="_blank">página da Wikipédia sobre Marketing</a>, encontramos diversos conceitos, de diversos autores renomados. Tais como:</p>
<blockquote><p>Marketing é a entrega de satisfação para o cliente em forma de benefício.</p></blockquote>
<p>Ou, ainda:</p>
<blockquote><p>Marketing é o conjunto de operações que envolvem a vida do produto, desde a planificação de sua produção até o momento em que é adquirido pelo consumidor</p></blockquote>
<p>Dentre várias outras. Mas, uma definição que considero especialmente interessante é:</p>
<blockquote><p>Marketing é o conjunto de estratégias e ações que provêem o desenvolvimento, o lançamento e a sustentação de um produto ou serviço no mercado consumidor</p></blockquote>
<p>Através desta &#8220;amostragem&#8221; de conceitos, portanto, já deu para ter uma ideia de o que é o tal &#8220;marketing&#8221;.</p>
<h2>&#8220;Marketing Digital&#8221;</h2>
<p>Então, por analogia, é possível deduzir o que é o <strong>Marketing Digital</strong>. É possível considerar que o marketing digital é uma &#8220;extensão&#8221; do marketing &#8220;tradicional&#8221;, com ações que se voltam para os meios digitais. Em termos gerais, isso está realmente certo, mas, assim como outras áreas &#8220;tradicionais&#8221; que têm suas atividades expandidas para o mundo online, o Marketing Digital possui suas próprias ações, maneiras de ser, atuação e peculiaridades.</p>
<p>Pegando, novamente, uma definição da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Marketing_digital" target="_blank">Wikipédia sobre Marketing Digital</a>, podemos observar:</p>
<blockquote><p>Marketing digital são ações de comunicação que as empresas podem se utilizar por meio da Internet e da telefonia celular e outros meios digitais para divulgar e comercializar seus produtos, conquistar novos clientes e melhorar a sua rede de relacionamentos.</p></blockquote>
<p>Quer dizer, são ações que as empresas (e também quem não faz parte de uma empresa) pode executar, através de meios digitais variados, a fim de fazer comercialização de produtos, reforçar marcas, angariar novos clientes, branding, aumento de networking, dentre outros igualmente importantes.</p>
<h2>Atuações do profissional do Marketing Digital</h2>
<p>Somente pelas breves explicações já apresentadas, é possível perceber o quão importante é o marketing digital! Vejamos, portanto, algumas das atividades que um profissional desta área pode realizar.</p>
<h3>Marketing de Busca</h3>
<p>O &#8220;Marketing de Busca&#8221;, no sentido que está sendo tratado no artigo, pode se referir tanto a SEO quanto ao gerenciamento de espaços publicitários na internet.</p>
<p>Já vimos sobre SEO no artigo &#8220;<a href="http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte6-seo-11029.html">Desenvolvedor Web (parte 6): SEO</a>&#8220;. Pois a Search Engine Optimization é uma das áreas em que pode atuar um profissional de Marketing Digital com o objetivo de garantir que seu cliente esteja bem posicionado para as palavras-chave que fazem parte de seu negócio e área de atuação.</p>
<p>Em relação a buscadores é possível, também, contar com os links patrocinados, que são os que aparecem de forma diferenciada dos resultados orgânicos, sempre em áreas certas e pré-definidas das <a href="http://www.marketingdebusca.com.br/voce-sabe-o-que-e-uma-serp/" target="_blank">SERPs</a>. Também é muito comum o anúncio em sites e blogs de assuntos correlatos e que tenham a ver com a estratégia de divulgação atual do cliente.</p>
<h3>Mídias Sociais</h3>
<p>Realizar ações de marketing em redes sociais, que estão bastante em voga nos últimos anos, também é uma excelente prática do marketing digital. Através de ações e campanhas criativas, é possível fazer divulgação ou reforço de uma marca como um todo ou de um produto, de maneira a gerar <em>buzz</em> em diversas redes sociais e, dessa maneira, garantir que o objeto da campanha estará no &#8220;boca a boca&#8221; das mídias sociais.</p>
<p>Por exemplo, se uma empresa de produtos para bebês fosse lanças uma nova linha de produtos, poderia selecionar em mídias sociais dezenas de mulheres que estão prestes a se tornarem mães (acreditem, através de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Buzz_monitoring" target="_blank">buzz monitoring</a> e &#8220;garimpação&#8221; de informações, é possível encontrar pessoas com praticamente qualquer perfil) para participar de algum <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Flash_mob" target="_blank">flash mob</a>, dando, em seguida, kits dessa nova linha de produtos para as participantes. Isso geraria um <em>buzz</em> incrível e a marca e os produtos, bastante divulgados de forma espontânea!</p>
<h2>A grande vantagem do Marketing Digital</h2>
<p>Existem algumas vantagens interessantes em se optar pelo Marketing Digital como ferramenta de marketing (como a capacidade de atingir rapidamente milhares de pessoas em diferentes localidades), mas, certamente, a grande vantagem é que, <strong>na internet, tudo pode ser mensurado</strong>!</p>
<p>Ao se realizar uma ação de marketing digital como a do exemplo dado, seria possível mensurar quantas pessoas receberam o convite para o flash mob, quantas acharam interessante, quantas julgaram algo &#8220;bobo&#8221; de se fazer, quem falou bem, quem falou mal, quantas pessoas participaram, para quantas pessoas a marca foi divulgada espontaneamente, e assim por diante. É possível mensurar tudo!</p>
<p>Algo bem diferente de se trabalhar, por exemplo, com um outdoor. Se você coloca um outdoor em uma avenida, consegue responder quantas pessoas olharam para ele? Pense nisso na hora de escolher sua ações de marketing daqui pra frente!</p>
<p>E, no próximo e último artigo de nossa série: <strong>acessibilidade</strong>!
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			</a>
		</div>
<p><a href="http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte8-marketing-digital-11300.html">Desenvolvedor Web (parte 8): Marketing Digital</a> &eacute; um artigo da nossa comunidade: <a href="http://www.webmaster.pt">Webmaster.pt Marketocracia Digital</a></p>
<p>Related posts:<ol>
<li><a href='http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte9-acessibilidade-11321.html' rel='bookmark' title='Desenvolvedor web (parte 9): Acessibilidade'>Desenvolvedor web (parte 9): Acessibilidade</a></li>
<li><a href='http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte7-bancos-dados-11183.html' rel='bookmark' title='Desenvolvedor Web (parte 7): Bancos De Dados'>Desenvolvedor Web (parte 7): Bancos De Dados</a></li>
<li><a href='http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte6-seo-11029.html' rel='bookmark' title='Desenvolvedor Web (parte 6): SEO'>Desenvolvedor Web (parte 6): SEO</a></li>
</ol></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Desenvolvedor Web (parte 7): Bancos De Dados</title>
		<link>http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte7-bancos-dados-11183.html</link>
		<comments>http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte7-bancos-dados-11183.html#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Nov 2010 10:34:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tárcio Zemel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Featured]]></category>
		<category><![CDATA[Teoria]]></category>
		<category><![CDATA[Web Design]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.webmaster.pt/?p=11183</guid>
		<description><![CDATA[Mais um artigo do Tárcio Zemel, na sua viagem pelas áreas de atuação dum desenvolvedor web. Neste artigo, vai focar a sua atenção nos Bancos De Dados.<p><a href="http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte7-bancos-dados-11183.html">Desenvolvedor Web (parte 7): Bancos De Dados</a> &eacute; um artigo da nossa comunidade: <a href="http://www.webmaster.pt">Webmaster.pt Marketocracia Digital</a></p>

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<li><a href='http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte4-usabilidade-10735.html' rel='bookmark' title='Desenvolvedor Web (parte 4): Usabilidade'>Desenvolvedor Web (parte 4): Usabilidade</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-11190" src="http://www.webmaster.pt/wp-content/uploads/2010/10/banco-de-dados-database.png" alt="Banco de Dados: representação conceitual" width="256" height="256" /></p>
<p>Estamos nos aproximando do fim de nossa série sobre as áreas de atuação de um desenvolvedor web, aqui no <a href="http://www.webmaster.pt/">Webmaster.pt</a>, mas ainda temos bastante coisas para abordar e conhecimentos para compartilhar. Em uma retrospectiva dos artigos da série publicados até então, temos o seguinte:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte2-front-end-back-end-10447.html">Desenvolvimento front-end e back-end</a>. A diferença entre back-end e front-end e quais suposições de quem trabalha em ambas as vertentes, com alguns exemplos.</li>
<li><a href="http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte3-arquitetura-informacao-10531.html">Arquitetura da Informação</a>. O que é Arquitetura da Informação, exemplos e o que se espera do profissional da área, o Arquiteto da Informação.</li>
<li><a href="http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte4-usabilidade-10735.html">Usabilidade</a>. Considerações e conceitos sobre usabilidade e as principais atividades que faz aquele que trabalha nesta área do desenvolvimento web.</li>
<li><a href="http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte5-web-design-10971.html">Web Design</a>. Conceito de web design, a atuação de um web designer e algumas dicas conclusivas sobre o profissional do ramo.</li>
<li><a href="http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte6-seo-11029.html">SEO</a>. O que é Search Engine Optimization, a diferença entre Black Hat e White Hat, algumas características de um bom profissional e indicações de por onde começar.</li>
</ul>
<p>Agora, conforme consta desde o primeiro artigo da série, <a href="http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte1-areas-atuacao-10349.html">Áreas De Atuação</a>, veremos mais informações sobre <strong>bancos de dados</strong>.</p>
<h2>O que é um &#8220;Banco de Dados&#8221;</h2>
<p>Qual o lugar em que você guarda seu dinheiro? Se você não é dos mais antigos e se vale de um colchão, a resposta para essa pergunta seria: no <strong>banco</strong>! No banco é que o dinheiro das pessoas fica guardado, operações com ele são feitas, algumas pessoas retiram seu dinheiro, outras depositam mais, etc, e todo o dinheiro e aplicações são muito bem organizados, sendo os gerentes detentores do conhecimento de qual quantia pertence a qual cliente.</p>
<p>Entendendo isso, também é possível entender sobre os <strong>bancos de dados</strong>, também conhecidos como <strong>bases de dados</strong>. Fazendo uma analogia, troque o dinheiro usado no exemplo para dados, quer dizer, em um banco de dados, estes dados ficam armazenados, operações (manipulações) com eles são feitas, informações entram e saem segundo requisições feitas e todos esses dados devem ser bem organizados, sendo os <strong>administradores de bancos de dados</strong> responsáveis por sua organização. Simples, certo?</p>
<p>Portanto, qualquer amontoado de dados, feita de forma organizada e sistematizada, podendo seus registros serem consultados, alterados, etc, é considerado um banco de dados. Não confunda que um BD só existe em sistemas na internet e sistemas informáticos, em geral.</p>
<p>Por exemplo, uma <strong>Lista Telefônica</strong> pode ser considerada como um banco de dados! Afinal, a Lista Telefônica está sistematicamente organizada, podemos fazer consultas através do nome ou endereço de alguém e, quando encontramos o <strong>registro</strong>, temos informações como nome completo, logradouro e telefone.</p>
<p>Para aclarar ainda mais, vejamos o que tem a nos informar a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Banco_de_dados" target="_blank">Wikipédia sobre bancos de dados</a> (agora, já referente a bancos de dados eletrônicos):</p>
<blockquote><p>Banco de dados (ou base de dados), é um conjunto de registros dispostos em estrutura regular que possibilita a reorganização dos mesmos e produção de informação. Um banco de dados normalmente agrupa registros utilizáveis para um mesmo fim.</p>
<p>Um banco de dados é usualmente mantido e acessado por meio de um software conhecido como <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_Gerenciador_de_Banco_de_Dados" target="_blank">Sistema Gerenciador de Banco de Dados</a> (SGBD). Normalmente um SGBD adota um modelo de dados, de forma pura, reduzida ou estendida.</p></blockquote>
<h2>Sistema para Gerenciamento de Bancos de Dados (SGBD)</h2>
<p>O <strong>Sistema para Gerenciamento de Bancos de Dados (SGBD)</strong> &#8211; também conhecido como &#8220;Sistema Gerenciador de Bancos de Dados&#8221; ou &#8220;Sistema de Gestão de Bancos de Dados&#8221; &#8211; é um sistema que tem como principal objetivo, como sugere o próprio nome, servir como gerenciador de um banco de dados.</p>
<p>Podemos encontrar uma explicação mais detalhada e mais técnica na <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sgbd" target="_blank">Wikiédia</a>, que mostra:</p>
<blockquote><p>Um Sistema Gestor de Base de Dados (SGBD) é o conjunto de programas de computador (softwares) responsáveis pelo gerenciamento de uma base de dados. O principal objetivo é retirar da aplicação cliente a responsabilidade de gerenciar o acesso, manipulação e organização dos dados. O SGBD disponibiliza uma interface para que os seus clientes possam incluir, alterar ou consultar dados. Em bancos de dados relacionais a interface é constituída pelas APIs ou drivers do SGBD, que executam comandos na linguagem SQL.</p></blockquote>
<p>Existem centenas de Sistemas Gerenciadores de Bancos de Dados, mas alguns exemplos de SGBDs mais conhecidos e usados no mundo são:</p>
<div>
<ul>
<li><strong><span style="font-weight: normal"><strong>Firebird</strong></span></strong></li>
<li><strong>MySQL</strong></li>
<li><strong>Oracle</strong></li>
<li><strong><span style="font-weight: normal"><strong>PostgreSQL</strong></span></strong></li>
<li><strong>SQL-Server</strong></li>
</ul>
</div>
<h2>Linguagem SQL</h2>
<p>Para se desenvolver e manipular qualquer software, seja online ou não, é preciso ter conhecimento de programação e utilizar alguma linguagem de programação. No caso de operações envolvendo bancos de dados, o caso é parecido, quer dizer, existe uma linguagem específica para a manipulação e operações em BDs: <strong>Structured Query Language</strong>, ou <em>Linguagem de Consulta Estruturada</em>, mais conhecida como <strong>SQL</strong>.</p>
<p>É através da SQL que operações básicas e avançadas envolvendo bancos de dados são realizadas. Operações envolvendo dados, como criação, consulta, atualização e deleção (quarteto conhecido como <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/CRUD" target="_blank">CRUD</a>) e envolvendo a estrutura do banco, propriamente dito, como criação de tabelas, criação de campos, chaves estrangeiras, indexação e outros assuntos que podem ser abordados em artigos futuros.</p>
<h2>Modelo Entidade-Relacionamento</h2>
<p>Existem diversos tipos de modelos de bancos de dados mas, com toda a certeza, o modelo mais usado no mundo, atualmente, é o <strong>entidade-relacionamento</strong>. Através deste modelo, é possível demonstrar, de forma abstrata e conceitual, como será a estrutura de um ou mais bancos de dados que comporão os sistemas de informação.</p>
<p>Na verdade, existem regras para a montagem e manuseamento de BDs bastante rígidas, que fogem ao escopo principal deste artigo de fazer uma introdução ao tema &#8211; e que, futuramente, podem até ser abordados em artigos específicos sobre o tema. Entretanto, é interessante mostrar como se parece um modelo entidade-relacionamento, também conhecido como <strong>Diagrama Entidade-Relacionamento (DER)</strong>:</p>
<div id="attachment_11187" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.webmaster.pt/wp-content/uploads/2010/10/modelo-entidade-relacionamento-mysql-workbench.png"><img class="size-medium wp-image-11187 " src="http://www.webmaster.pt/wp-content/uploads/2010/10/modelo-entidade-relacionamento-mysql-workbench-300x290.png" alt="Diagrama Entidade-Relacionamento" width="300" height="290" /></a><p class="wp-caption-text">Diagrama Entidade-Relacionamento(clique para ampliar)</p></div>
<h2>Conclusão sobre Bancos de Dados</h2>
<p>Absolutamente todos os sites ou sistemas online que sejam desenvolvidos utilizando linguagens de programação a nível de servidor também possuem, em algum grau, necessidade de se conectar e realizar operações com bancos de dados. Conhecer quais operações são essas e como realizá-las da melhor maneira possível, levando em conta as necessidades do projeto e conhecimentos técnicos, é tarefa daquele que pretende <strong>trabalhar de maneira satisfatória com bancos de dados</strong>!</p>
<p>No próximo artigo, confiram: <strong>Marketing Digital</strong>!
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			</a>
		</div>
<p><a href="http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte7-bancos-dados-11183.html">Desenvolvedor Web (parte 7): Bancos De Dados</a> &eacute; um artigo da nossa comunidade: <a href="http://www.webmaster.pt">Webmaster.pt Marketocracia Digital</a></p>
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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Desenvolvedor Web (parte 6): SEO</title>
		<link>http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte6-seo-11029.html</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Nov 2010 11:55:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tárcio Zemel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Featured]]></category>
		<category><![CDATA[Teoria]]></category>
		<category><![CDATA[Web Design]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais um artigo do Tárcio Zemel, na sua viagem pelas áreas de atuação dum desenvolvedor web. Neste artigo, vai focar a sua atenção no SEO (otimização do site para os motores de busca).<p><a href="http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte6-seo-11029.html">Desenvolvedor Web (parte 6): SEO</a> &eacute; um artigo da nossa comunidade: <a href="http://www.webmaster.pt">Webmaster.pt Marketocracia Digital</a></p>

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<li><a href='http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte4-usabilidade-10735.html' rel='bookmark' title='Desenvolvedor Web (parte 4): Usabilidade'>Desenvolvedor Web (parte 4): Usabilidade</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-11179" src="http://www.webmaster.pt/wp-content/uploads/2010/10/seo-otimizacao-mecanismos-busca.jpg" alt="SEO: Otimização para Mecanismos de Busca" width="400" height="400" /></p>
<p>Até agora, em nossa série sobre as principais áreas de atuação de um desenvolvedor web, abordamos, no <a href="http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte1-areas-atuacao-10349.html">primeiro artigo da série</a>, uma introdução sobre um assunto e apresentamos quais são estas principais áreas de atuação; prosseguindo, vimos sobre o <a href="http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte2-front-end-back-end-10447.html">desenvolvimento front-end e back-end</a>, mostrando quais as diferenças e possibilidades de cada um; depois, foi apresentada e explicada a <a href="http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte3-arquitetura-informacao-10531.html">Arquitetura da Informação</a> e a <a href="http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte4-usabilidade-10735.html">usabilidade</a>, mostrando o que é e o que não é usabilidade através de vários conceitos e apresentação do trabalho do profissional da área e, também, uma introdução ao <a href="http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte5-web-design-10971.html">web design</a>, na qual mostramos um conceito-chave para o termo e apresentamos algumas das atividades que podem ser exercidas por um web designer.</p>
<p>Chegou o momento, então, de abordar um dos assuntos mais em voga e que mais geram benefício a um web site: o <strong>SEO </strong>ou, em bom português, <strong>otimização para mecanismos de busca</strong>!</p>
<h2>Introdução sobre SEO</h2>
<p>Temos visto no <a href="http://www.webmaster.pt/">Webmaster.pt</a> e em muitos outros sites sobre ensinamentos de web diversas técnicas, dicas, macetes, screencasts, podcastas, tutoriais, etc, sobre como podemos aplicar diversas tecnologias para construirmos qualquer tipo de site, sistema online ou qualquer ambiente virtual com as mais diversas possibilidades e características possíveis.</p>
<p>Mas, vocês hão de concordar, não adianta de muita coisa se o mais belo e funcional dos sites é construído, com o mais útil e inovador software, que ajudará centenas de milhares de pessoas, caso este site não consiga ser encontrado pelos, literalmente, milhões de sites presentes na internet. De nada adianta passar meses desenvolvendo um projeto online, se as pessoas para as quais este se destina não conseguem, sequer, saber de sua existência no âmbito da web, dentre tantos e tantos outros sites que, aparentemente ou não, possuem conteúdo semelhante ao seu.</p>
<p>E é nesse momento que temos que observar, muito atentamente, para a <strong>otimização para mecanismos de busc</strong>a, ou, como é mais conhecido no mundo: <strong>SEO</strong>! Seguindo o que temos que feito até então, que é pegar uma boa definição da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Otimiza%C3%A7%C3%A3o_para_motores_de_busca">Wikipédia</a>:</p>
<blockquote><p>Otimização de Sites é o conjunto de estratégias com o objetivo de potencializar e melhorar o posicionamento de um site nas páginas de resultados naturais (orgânicos) nos sites de busca. O termo SEO (do inglês, Search Engine Optimization, Acrônimo SEO, também traduzido no Brasil como &#8220;otimização para mecanismos de busca&#8221;) também se refere a indústria de consultoria, que trabalha na otimização de projetos e websites de seus clientes.</p>
<p>[...]</p>
<p>As técnicas utilizadas no SEO são concebidas para alavancar seus objetivos no seu website melhorando o número e a posição de seus resultados nas busca orgânica para uma grande variedade de palavras-chave relevantes ao conteúdo do web site. Estratégias de SEO podem melhorar tanto o número de visitações quanto a qualidade dos visitantes, onde qualidade significa que os visitantes concluem a ação esperada pelo proprietário do site (ex. comprar, assinar, aprender algo).</p></blockquote>
<p>Cabe uma ressalva de que o atuante da área também é chamado <strong>SEO: Search Engine Optimizator</strong>; quer dizer, dependendo do contexto do termo &#8220;SEO&#8221;, este pode tanto se referir à atividade, propriamente dita, quanto ao profissional da área.</p>
<h2>White Hat SEO e Black Hat SEO</h2>
<p>Existem duas vertentes do trabalho de SEO que, entre os profissionais da área, são chamados <strong>White Hat SEO</strong> (SEO Chapéu Brancos) e <strong>Black Hat SEO</strong> (SEO Chapéu Negro).</p>
<p>Como denotam os próprios nomes, o <em>White Hat</em> refere-se à aplicação de técnicas recomendadas pelos principais buscadores, valendo-se de um trabalho coerente e consagrado pelos bons profissionais. Por sua vez, o <em>Black Hat</em> diz respeito à técnicas consideradas &#8220;duvidosas&#8221;, por profissionais que tentam achar &#8220;brechas&#8221; ou bugs nos mecanismos de busca para conseguir uma melhor classificação em uma <a href="http://www.marketingdebusca.com.br/voce-sabe-o-que-e-uma-serp/" target="_blank">SERP</a>.</p>
<h2>Perfil de um profissional de SEO</h2>
<p>Com base na excelente citação da Wikiédia, foi possível constatar que um profissional de SEO possui diversas atribuições. Logicamente que o trabalho-base de um profissional de SEO é melhorar a classificação de um site nos mecanismos de busca, mas, longe de ser simples, é uma tarefa que possui vários segmentos de atuação.</p>
<p>Façamos diferente dos artigos pretéritos da série e indiquemos qual é o perfil de um bom profissional de SEO, quer dizer, as características, personalidade, formação(?) e demais atributos que um <em>search engine optimizator</em> deve apresentar para desempenhar bem suas tarefas.</p>
<h3>Pró-atividade</h3>
<p>O profissional de SEO deve ser <strong>pró-ativo</strong>. Deve saber que sua área se altera com bastante frequência e que sempre deve se atualizar &#8211; praticamente diariamente, mesmo &#8211; para não &#8220;ficar para trás&#8221;. Afinal, este é um mercado muito competitivo e saber de uma alteração nos mecanismos de busca 2 semanas depois da concorrência, realmente não é algo bom de se acontecer&#8230;</p>
<h3>Compartilhamento</h3>
<p>O profissional de SEO deve ser bastante comunicativo, seja através de diálogos constantes com sua equipe e demais membros do(s) projeto(s), seja no que se refere à compartilhar seus conhecimentos. Ele só chegou onde chegou através da leitura de artigos, fóruns, livros, screencasts, etc, então, nada mais justo e sensato do que ele fazer o mesmo: compartilhar seus conhecimentos e descobertas com a comunidade.</p>
<h3>Humildade</h3>
<p>Não somente atuando na área de search engine optimization, mas sem qualquer outra, ter a característica da <strong>humildade</strong> é sempre importante. Além de, não sendo humilde, poder gerar determinadas situações desagradáveis na relação com outros profissionais, perde-se em conhecimento, dado que alguém que julgue já saber tudo não está aberto a novos conhecimentos e novas possibilidades de trabalho.</p>
<h2>Conclusão sobre SEO</h2>
<p>As características apresentadas para um bom profissional de SEO, certamente não são todas mas, com certeza, são algumas das principais. Como já mencionado, este é um ramo altamente competitivo, então, além de apresentar eficiência na hora do trabalho, é preciso, também, apresentar eficiência como <strong>pessoa</strong>.</p>
<p>Se você quer ser um profissional desta área, comece por ler o documento oficial do Google (em formato .pdf) &#8220;<a href="http://static.googleusercontent.com/external_content/untrusted_dlcp/www.google.com/pt-BR//intl/pt-BR/webmasters/docs/guia-otimizacao-para-mecanismos-de-pesquisa-pt-br.pdf" target="_blank">Otimização de sites para Mecanismos de Pesquisa (SEO) &#8211; Guia do Google para Iniciantes</a>&#8220;, e ficam as dicas para ler sempre <a href="http://www.webmaster.pt/seo-search-engine-optimization">bons conteúdos sobre SEO</a>, estudar sempre e, muito importante, <strong>praticar</strong> sempre!</p>
<p>Muito do SEO é prática! Fazer testes para determinar se &#8220;tal&#8221; ou &#8220;qual&#8221; técnica que se leu ou se quer testar tem validade é a única maneira para ter certeza. Não há como teorizar sobre a eficiência de uma técnica em SEO a não ser aplicando, efetivamente, está técnica e conferindo os resultados nos buscadores.</p>
<p>E, no próximo artigo: <strong>bancos de dados</strong>!
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		<title>Redação Para Web</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Oct 2010 08:38:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ednucci</dc:creator>
				<category><![CDATA[Featured]]></category>
		<category><![CDATA[Teoria]]></category>
		<category><![CDATA[Web Design]]></category>

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		<description><![CDATA[Saiba como escrever para o seu site ou blog. Dicas muito relevantes do Ednucci. <p><a href="http://www.webmaster.pt/redacao-para-web-11165.html">Redação Para Web</a> &eacute; um artigo da nossa comunidade: <a href="http://www.webmaster.pt">Webmaster.pt Marketocracia Digital</a></p>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Longe de mim querer passar aqui por autoridade no assunto, mas dou lá meu pitacos na matéria. Tutorial, técnicas de redação? Negativo. Apenas <strong>algumas dicas</strong>, algumas observações <strong>que podem ajudar na hora de preparar aquele texto para um site</strong>. Seja um artigo ou uma redação promocional, os caminhos servirão a ambos.</p>
<p>Eu ainda uso muito caneta e papel, então, quando eu falar sobre a dupla, entenda de modo figurado ou literal, tanto faz. Trabalho com prancheta, folhas soltas, bloquinhos de anotações e caderno, tudo espalhado na mesa formando um redemoinho em volta do teclado. Confesso que o mouse atrapalha um pouco, mas tenho sido tolerante com ele. Sigamos.</p>
<p><img src="http://www.webmaster.pt/wp-content/uploads/2010/10/escrever_para_web.jpg" alt="escrever para web" title="escrever para web" width="425" height="282" class="aligncenter size-full wp-image-11166" /></p>
<p>Preparando seu site:</p>
<ul>
<li>Cuidados técnicos. Servidor eficaz, layout limpo, menus bem organizados, facilidade para contato e boa navegação pelo site. </li>
<li>Definição. <strong>Quem são seus clientes ou leitores?</strong> A quem você vai se dirigir?</li>
<li>Não pense nas pessoas como uma massa compacta. <strong>Procure visualizar um cliente</strong>, coloque-se no lugar dele e comece preparando assim sua redação. Venda a essa pessoa seu peixe. </li>
<li><strong>Evite frases ou textos padronizados</strong>, as pessoas identificam facilmente essas situações e não costumam ser muito tolerantes com isso. Seja original e criativo. </li>
<li><strong>Fale com o leitor.</strong> Use “você”.</li>
<li>Mostre o quanto ele é, individualmente, importante.</li>
</ul>
<blockquote><p>Identifique as principais características do seu produto ou atendimento. Anote tudo no papel, selecione os diferenciais e faça destaque deles. </p></blockquote>
<p><strong>Seja direto, conciso, claro e convincente.</strong> Dê as informações que as pessoas precisam, mas no tempo e no tamanho certo. Muita informação junta acaba cansando. Mas pouca informação pode causar desconfiança. </p>
<p>Ponha <strong>pontas de emoção </strong>na sua apresentação, descreva com entusiasmo as vantagens que ele tem/está tendo/terá. </p>
<p><strong>Imagine seu site como uma loja física e a página, uma vitrine.</strong> A função da vitrine é a de seduzir, fisgar o cliente (usuário). Ela deve ter uma exposição atraente, agradável, destacando o produto que levou a pessoa até aquela página e mostrando de forma fácil e tranquila as informações relevantes para que, a partir dali, o cliente “entre” em sua loja. Faça com que ele se veja usando seu produto ou serviço.</p>
<p><strong>Os textos não devem ter parágrafos longos.</strong> Primeiro, porque ao visualizar um parágrafo longo geralmente a sensação que se tem é de desânimo. Segundo, porque mesmo que não se perceba de imediato, fixar os olhos na mesma tela por um tempo prolongado é cansativo. Logo desviamos o olhar para outro ponto até para descansar a visão.</p>
<p>Colocar frases de <strong>chamada intercaladas</strong> aos parágrafos também é válido. Ajuda a manter a expectativa para os próximos dizeres e dá uma “quebrada” numa possível sequencia cansativa.</p>
<p><strong>Usar enumeração de itens ou tópicos.</strong> Quando há um bom número de informações sobre determinado produto ou serviço, a visualização em tópicos fica bem mais agradável e chamativa. Dá uma impressão de objetividade, de clareza. </p>
<p>No caso do uso de tópicos, coloque sempre o item mais importante em primeiro lugar. A leitura de algo interessante logo no início estimula a curiosidade para os próximos itens. E também, caso a pessoa não leia todos os tópicos, ela já leu o item principal, então estamos garantidos.</p>
<p>Exemplo:</p>
<ul>
<li>Capriche na redação e <strong>revise o texto</strong> depois de pronto. Erros ortográficos e gramaticais são inadmissíveis.</li>
<li>Mesmo que o texto seja técnico, <strong>use termos do dia a dia</strong> para envolver a leitura.</li>
<li><strong>Dê destaque ao diferencial do seu produto/serviço.</strong> Se o seu negócio é uma assistência técnica e é a única no pedaço, então é uma questão de exposição. Se há outras, coloque em evidência aquilo que é diferente, seja no atendimento, localização, marcas trabalhadas, etc.</li>
</ul>
<p>Escrever para web não é algo que se limita a criar textos apenas. É um conjunto de técnicas que exige uma boa noção de layout, conhecimento de mídias, programação, estratégias SEM e SEO. Tudo junto e combinado. </p>
<p>Até a próxima.</p>
<p>@Ednucci</p>
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		<title>Desenvolvedor Web (parte 5): Web Design</title>
		<link>http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte5-web-design-10971.html</link>
		<comments>http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte5-web-design-10971.html#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 28 Oct 2010 08:42:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tárcio Zemel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Featured]]></category>
		<category><![CDATA[Teoria]]></category>
		<category><![CDATA[Web Design]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais um artigo do Tárcio Zemel, na sua viagem pelas áreas de atuação dum desenvolvedor web. Neste artigo, vai focar a sua atenção no Web Design.<p><a href="http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte5-web-design-10971.html">Desenvolvedor Web (parte 5): Web Design</a> &eacute; um artigo da nossa comunidade: <a href="http://www.webmaster.pt">Webmaster.pt Marketocracia Digital</a></p>

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<li><a href='http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte9-acessibilidade-11321.html' rel='bookmark' title='Desenvolvedor web (parte 9): Acessibilidade'>Desenvolvedor web (parte 9): Acessibilidade</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-10988" src="http://www.webmaster.pt/wp-content/uploads/2010/10/desenvolvedor-web-web-design.jpg" alt="Desenvolvedor web: web design" width="351" height="250" /></p>
<p>Para aqueles que estão acompanhando nossa série sobre as principais áreas de atuação de um desenvolvedor web, já viram que abordamos, no <a href="http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte1-areas-atuacao-10349.html">primeiro artigo da série</a>, uma introdução sobre um assunto e apresentamos quais são estas principais áreas de atuação; prosseguindo, vimos mais sobre o <a href="http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte2-front-end-back-end-10447.html">desenvolvimento front-end e back-end</a>, quais as diferenças e possibilidades de cada um; depois, foi apresentada e explicada a <a href="http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte3-arquitetura-informacao-10531.html">Arquitetura da Informação</a>, mostrando qual sua importância e o que pode fazer o profissional da área e; a <a href="http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte4-usabilidade-10735.html">Usabilidade</a>, mostrando o que é e o que não é usabilidade através de vários conceitos e apresentando um pouco sobre o trabalho do profissional de usabilidade.</p>
<p>Agora, prosseguindo com nossa série, falaremos sobre uma das mais importantes áreas de atuação de um desenvolvedor web, que é o <strong>web design</strong>!</p>
<h2>Conceito De Web Design</h2>
<p>O <strong>web design</strong>, na verdade, já foi conceituado e classificado por muitas pessoas, dentre elas especialistas da área de design e profissionais de atuação correlata. Seria possível escrever um artigo com milhares de palavras somente colocando algumas das tentativas de classificação do &#8220;web design&#8221;. <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Web_design" target="_blank">O que nos informa a Wikipédia</a> pode não ser a melhor delas, mas, certamente, é bastante oportuna para um melhor entendimento do tema:</p>
<blockquote><p>O web design pode ser visto como uma extensão da prática do design, onde o foco do projeto é a criação de web sites e documentos disponíveis no ambiente da web.</p>
<p>O web design tende à multidisciplinaridade, uma vez que a construção de páginas web requer subsídios de diversas áreas técnicas, além do design propriamente dito. Áreas como a arquitetura da informação, programação, usabilidade, acessibilidade entre outros.</p>
<p>A preocupação fundamental do web designer é agregar os conceitos de usabilidade com o planejamento da interface, garantindo que o usuário final atinja seus objetivos de forma agradável e intuitiva.</p></blockquote>
<p>E este fragmento textual tem, em si, informações muito importantes para entendermos que o webdesign não é prática que se faz separada, destacada, &#8220;avulsa&#8221; de outras também importantes áreas do desenvolvimento web. Como pudemos ver, a <strong>multidisciplinaridade</strong> é um dos fatores mais importantes desta verdadeira ciência que é o web design.</p>
<p>Um web designer não tem condições de aplicar o conhecimento único e exclusivo de web design em algum projeto. O webdesign, por si só, não é passível de atuação por ninguém. Só se pode falar em web design quando também se fala em <a href="http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte4-usabilidade-10735.html">usabilidade</a>, <a href="http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte3-arquitetura-informacao-10531.html">arquitetura da informação</a>, desenvolvimento de interfaces e outras mais.</p>
<h2>Atuação De Um Web Designer</h2>
<p>O trabalho de todo web designer começar com um <a href="http://desenvolvimentoparaweb.com/miscelanea/briefing-para-desenvolvimento-de-web-sites-consideracoes-dicas-e-modelos/" target="_blank">briefing</a> sobre o projeto a ser desenvolvido ou aprimorado. Ou seja, um conjunto de respostas enviadas pelo cliente sobre perguntas enviadas pelo(s) desenvolvedor(es) para saber mais informações e detalhes a respeito do desenvolvimento. Depois do briefing completo respondido, o web designer pode atuar em diversas vertentes relacionadas à sua profissão / área de atuação.</p>
<h3>Concepção De Identidade Visual</h3>
<p>Muitos dos <strong>profissionais do web designer</strong> são &#8220;importados&#8221; do designer tradicional. Então, seja o caso de um destes designers ou seja o caso de um dos designers &#8220;tradicionais&#8221; trabalhando conjuntamente com um web designer, a identidade visual de uma empresa e/ou projeto deve ser concebida.</p>
<p>Se for o caso de uma <strong>identidade visual</strong> mais completa, que aborde logotipo, cartão de visita, papelaria de escritório, etc, também no projeto deve estar incluído o(s) web(s) site(s) cabíveis. Quer dizer, seja através de um projeto mais holístico ou somente voltado para a internet, a concepção de uma identidade visual é necessária.</p>
<h3>Desenvolvimento De Elementos Gráficos</h3>
<p>Qualquer site que tenha por objeto ser autêntico e diferenciado dos demais, precisa, dentre outras coisas, de <strong>elementos gráficos</strong> personalizados, tais como ícones, menus, montagens de fotos, dentre outros. Faz parte do trabalho de um web designer conceber, projetar e desenvolver tais elementos para serem usados nos sites em que participa.</p>
<p>É bastante conveniente, tanto para um caso, tanto para o outro, que o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Manual_de_identidade_visual" target="_blank">Manual de Identidade Visual</a> do cliente contenha os elementos gráficos que fazem parte do(s) web(s) site(s) do cliente.</p>
<h3>Desenvolvimento (X)HTML e CSS</h3>
<p>O web designer mais completo também possui conhecimentos relacionados à parte técnica do desenvolvimento web. Conhecer <a href="http://www.webmaster.pt/categoria/web-design/html">(X)HTML</a> e <a href="http://www.webmaster.pt/categoria/web-design/css">CSS</a> para &#8220;tirar do papel&#8221; as imagens que concebe para o projeto e fazê-los funcionar, efetivamente, é um diferencial.</p>
<p>Mas, para um <strong>trabalho de qualidade</strong>, não basta conhecer superficialmente tais tecnologias. É preciso conhecer bem as diretrizes e técnicas do <a href="http://www.w3.org/" target="_blank">W3C</a> sobre (X)HTML e CSS e sempre se atualizar com as novidades da área (por exemplo, HTML5 e CSS3), a fim de desenvolver peças de qualidade em qualquer ínterim temporal que seja.</p>
<h3>SEO E Web Design</h3>
<p>Pode parecer incrível para alguns, mas há uma estreita relação entre <a href="http://www.webmaster.pt/seo-search-engine-optimization">SEO</a> e web design (e que também tem a ver com HTML e CSS). Lembram-se da multidisciplinaridade, não é?  ;-)</p>
<p>Por exemplo: é importantíssimo, quando o assunto é otimização para mecanismos de busca, que o conteúdo do site, na camada de conteúdo (HTML), seja apresentados <strong>antes</strong> de elementos de navegação principal e auxiliares de interação (busca, newsletter, conteúdos relacionados, etc).</p>
<p>Um web designer que tenha em mente, também, o <strong>SEO</strong>, certamente planejará que o conteúdo venha antes e, aliando o CSS, isso será transparente ao visitante, ou seja, ele nem perceberá a diferença. Quem perceberá são os bots dos mecanismos de busca que, quando acessarem o site para a indexação, receberão o conteúdo principal do site anteriormente a outros elementos menos importantes e isto será de grande ajuda para um bom posicionamento.</p>
<h2>Conclusão Sobre O Profissional De Web Design</h2>
<p>Muitos conhecem o ditado que diz que &#8220;A primeira impressão é a que fica&#8221;. Isso também é verdade para a grande maioria dos web sites e sistemas virtuais que podemos encontrar. Certamente que &#8220;O conteúdo é o rei&#8221;, mas uma boa <strong>apresentação visual</strong>, feita através de um web design excelente, considerado em todas as suas vertentes &#8211; e levando em conta a multidisciplinaridade -, se faz necessária para captar o visitante, para fazê-lo se interessar e, aí, sim, mostrar o que o site pode oferecer e quais suas vantagens.</p>
<p>E, confira, no próximo artigo de nossa série sobre as principais áreas de atuação do desenvolvedor web: otimização para mecanismos de busca ou, como é mais conhecida, <strong>SEO</strong>!
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		<pubDate>Tue, 26 Oct 2010 12:50:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tárcio Zemel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Featured]]></category>
		<category><![CDATA[Teoria]]></category>
		<category><![CDATA[Web Design]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais um artigo do Tárcio Zemel, na sua viagem pelas áreas de atuação dum desenvolvedor web. Neste artigo, vai focar a sua atenção na Usabilidade.<p><a href="http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte4-usabilidade-10735.html">Desenvolvedor Web (parte 4): Usabilidade</a> &eacute; um artigo da nossa comunidade: <a href="http://www.webmaster.pt">Webmaster.pt Marketocracia Digital</a></p>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-10859" src="http://www.webmaster.pt/wp-content/uploads/2010/10/usabilidade-desenvolvimento-web-profissional.jpg" alt="Usabilidade" width="186" height="214" /></p>
<p>Olá, novamente, leitores assíduos e visitantes casuais do <a href="http://www.webmaster.pt">Webmaster.pt</a>. Espero que esteja tudo bem com vocês e que estejam preparados para mais um artigo de nossa série sobre as <strong>áreas de atuação de um desenvolvedor web</strong>!</p>
<p>Vimos, até agora, que <a href="http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte1-areas-atuacao-10349.html">a área de atuação de um desenvolvedor web é bastante ampla</a> e que, não raramente, acontece um dilema quando a pessoa opta por ser um desenvolvedor profissional: ser um desenvolvedor web altamente especializado em uma área de atuação ou ser um desenvolvedor web que conhece vários seguimentos.</p>
<p>Também foi visto sobre as duas principais vertentes de atuação de um desenvolvedor web, <a href="http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte2-front-end-back-end-10447.html">o front-end e o back-end</a>, e qual a importância e as peculiaridades de cada uma. Continuamos com explicações sobre a <a href="http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte3-arquitetura-informacao-10531.html">Arquitetura da Informação</a> e sobre a atuação do profissional da área, o Arquiteto da Informação e, neste artigo, trataremos um pouco sobre a <strong>Usabilidade</strong>.</p>
<h2>Considerações iniciais</h2>
<p>&#8220;Usabilidade&#8221; é um termo que pode se referir a qualquer ferramenta ou interface, qualquer interação que uma pessoa tenha com algum objeto, via, ferramenta ou software. Em nosso caso, o termo <strong>usabilidade</strong> vai ser tratado, como era de esperar, no contexto da internet, ou seja, sempre com foco em assuntos referentes a sites, sistemas web, softwares e afins.</p>
<p>Já aconteceu de você entrar em um site e se sentir, quase que literalmente, perdido? Você tenta localizar alguma informação, seja para uso imediato ou enquanto explora as seções e informações do site, mas, por mais que tente, parece que as informações que procura estão &#8220;escondidas&#8221;, são difíceis de serem encontradas.</p>
<p>Quando você entra num site que, infelizmente, possui estas características, qual é sua reação? Muito provavelmente você <strong>abandona</strong> o site&#8230; A não ser que tenha a certeza de que o que procura esteja realmente naquele web site, você, muito rapidamente, ao não conseguir se localizar e/ou encontrar o que deseja, vai sair daquele site. Este é o comportamento padrão dos visitantes de um web site <strong>sem usabilidade</strong>.</p>
<h2>Conceitos de &#8220;Usabilidade&#8221;</h2>
<p>Existem diversos conceitos e classificações que podem ser dados para o termo &#8220;usabilidade&#8221;. Um, embora um tanto que genérico, mas bastante simples de se entender e compreender, é o que deu Frederick van Amstel, do <a href="http://usabilidoido.com.br/" target="_blank">Usabilidoido</a>, no seu artigo &#8220;<a href="http://usabilidoido.com.br/afinal_o_que_e_usabilidade.html" target="_blank">Afinal, o que é usabilidade?</a>&#8220;, no qual expõe que</p>
<blockquote><p>Usabilidade é sinônimo de facilidade de uso. Se um produto é fácil de usar, o usuário tem maior produtividade: aprende mais rápido a usar, memoriza as operações e comete menos erros.</p></blockquote>
<p>Explicação bastante consonante ao que diz a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Usabilidade" target="_blank">Wikipédia</a>:</p>
<blockquote><p>Usabilidade é um termo usado para definir a facilidade com que as pessoas podem empregar uma ferramenta ou objeto a fim de realizar uma tarefa específica e importante. A usabilidade pode também se referir aos métodos de mensuração da usabilidade e ao estudo dos princípios por trás da eficiência percebida de um objeto.</p></blockquote>
<p>Existe, até, uma definição &#8220;oficial&#8221;, dada pela norma <a href="http://www.iso.org/iso/catalogue_detail.htm?csnumber=16883" target="_blank">ISO 9241-11</a>, que define que</p>
<blockquote><p>Usabilidade é a medida pela qual um produto pode ser usado por usuários específicos para alcançar objetivos específicos com efetividade, eficiência e satisfação em um contexto de uso específico</p></blockquote>
<p>Como explicado anteriormente, entenda-se &#8220;produto&#8221; como um web site, intranet, sistema virtual ou qualquer sistema web, que seja. E, ainda segundo a norma ISO apresentada, existem 3 perspectivas, quais sejam:</p>
<blockquote><p><strong>Facilidade de aprendizado.</strong> O usuário rapidamente consegue explorar o sistema e realizar suas tarefas;</p>
<p><strong>Facilidade de memorização.</strong> Após um certo período sem utilizá-lo, o usuário não freqüente é capaz de retornar ao sistema e realizar suas tarefas sem a necessidade de reaprender como interagir com ele;</p>
<p><strong>Baixa taxa de erros.</strong> O usuário realiza suas tarefas sem maiores transtornos e é capaz de recuperar erros, caso ocorram.</p></blockquote>
<p>Quer dizer, quando um sistema que se propões a ser <strong>usável</strong> apresenta estas características, é possível afirmar que ele está bem próximo de atingir um <strong>nível de usabilidade excelente</strong>.</p>
<h2>O que faz um profissional de usabilidade</h2>
<p>Ainda nos dias de hoje, nos quais muitas das profissões de web já estão maduras e contam com atuantes de mais de uma década em áreas específicas, o que, exatamente, faz um <strong>profissional da área de usabilidad</strong>e, ainda não é algo &#8220;fechado&#8221;, algo que possa ser dito exatamente, sem complementações ou controvérsias. Quer dizer, mesmo depois de anos da existência desta profissão, ela continua em franco desenvolvimento e, as atribuições do profissional de usabilidade, a mesma coisa.</p>
<p>O que se pode dizer sem medo de errar é que o profissional de usabilidade pode atuar de diversas formas e em vários momentos do desenvolvimento web distintos, sendo que podemos destacar alguns, em especial:</p>
<ul>
<li><strong>Avaliação Heurística</strong></li>
<li><strong>Inspeção Baseada em Padrões, Guias de Estilos ou Guias de Recomendações</strong></li>
<li><strong>Teste práticos com utilizadores de um site</strong></li>
<li><strong>Entrevistas</strong></li>
<li><strong>Questionários</strong></li>
</ul>
<p>E estes podem ser feitos separadamente ou em conjunto (o mais comum). Por exemplo, o profissional da área pode atuar na parte de fazer <strong>testes e análisea de usabilidade</strong> em um web site ou sistema virtual. Através de conceitos e práticas bastante específicas, a maneira como o site está estruturado e foi feito é colocada em prova com o que se considera como mais de acordo com normas de usabilidade. Um relatório de usabilidade é elaborado e entregue ao cliente com as considerações</p>
<p>Outro exemplo: o profissional que elaborou o relatório citado anteriormente, caso tenha conhecimentos técnicos em desenvolvimento web, também pode ser o mesmo a implementar as sugestões apresentadas &#8211; embora o mais comum seja encaminhar este relatório a uma equipe técnica específica. Afinal, apontar que um menu deve ter &#8220;tal&#8221; ou &#8220;qual&#8221; apresentação e, efetivamente, programar o comportamento e visual deste menu são tarefas <strong>completamente</strong> diferentes. Dependendo do profissional de usabilidade, ele consegue realizar, satisfatoriamente, tanto uma coisa, quanto outra.</p>
<h2>Considerações finais sobre Usabilidade</h2>
<p>O assunto &#8220;usabilidade&#8221; não se encerra por aqui &#8211; há, literalmente, milhares de outras coisas a serem ditas -, mas acredito que todos sabem disso. Obviamente um assunto tão complexo, que já render centenas de livros a respeito, não poderia se &#8220;encerrar&#8221; nestas breves palavras &#8211; assim como todos os outros da série sobre a área de atuação do desenvolvedor web. Para mais informações sobre usabilidade, não deixe de <a href="http://feeds.webmaster.pt/marketocracia">assinar o feed do Webmaster.pt</a>!</p>
<p>Até o próximo artigo da série: <strong>web design</strong>!
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		<title>Desenvolvedor Web (parte 3): Arquitetura Da Informação</title>
		<link>http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte3-arquitetura-informacao-10531.html</link>
		<comments>http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte3-arquitetura-informacao-10531.html#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 21 Oct 2010 13:36:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tárcio Zemel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Featured]]></category>
		<category><![CDATA[Teoria]]></category>
		<category><![CDATA[Web Design]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais um artigo do Tárcio Zemel, na sua viagem pelas áreas de atuação dum desenvolvedor web. Neste artigo, vai focar a sua atenção na arquitetura da informação.<p><a href="http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte3-arquitetura-informacao-10531.html">Desenvolvedor Web (parte 3): Arquitetura Da Informação</a> &eacute; um artigo da nossa comunidade: <a href="http://www.webmaster.pt">Webmaster.pt Marketocracia Digital</a></p>

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<p>Olá, pessoal que acompanha o <a href="http://www.webmaster.pt/">Webmaster.pt</a>! Espero que esteja tudo bem com todos vocês!</p>
<p>Nos últimos artigos de nossa série sobre o <strong>desenvolvedor web</strong>, vimos que a área de desenvolvimento web é bastante ampla; que existem diversos tipos de classificação das principais áreas de atuação de um profissional de web (inclusive, propomos nosso próprio &#8220;modelo&#8221; de classificação); que, para começar, é importante saber a diferença entre back-end e front-end e, a partir disso, explicamos de forma bastante elucidativa, que diferença é esta, chegando à conclusão de que front-end é a área pública de um site ou sistema online, sem restrições de acesso, ao passo que back-end é uma área particular do site, destinando-se a oferecer acesso restrito para que o software seja manutenido por pessoas selecionadas.</p>
<p>Na listagem apresentada no <a href="http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte1-areas-atuacao-10349.html">primeiro artigo sobre as principais áreas de atuação de um desenvolvedor web</a>, o segundo item apresentado foi <strong>Arquitetura da Informação</strong>, e é justamente sobre este tema &#8211; às vezes alcunhado &#8220;AI&#8221; (não confundir com &#8220;<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Artificial_intelligence">Artificial intelligence</a>&#8220;) &#8211; que vamos discorrer um pouco neste artigo.</p>
<h2>&#8220;Arquitetura&#8221;</h2>
<p>Cabe, para um entendimento mais amplo, sabermos o significado do termo &#8220;Arquitetura&#8221;, exatamente como o conhecemos desde sempre. Segundo a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Arquitetura">Wikipédia</a>, de maneira simples, consideremos que Arquitetura é a</p>
<blockquote><p>arte ou a técnica  de projetar e edificar o ambiente habitado pelo ser humano. Neste sentido, a arquitetura trata destacadamente da organização do espaço e de seus elementos: em última instância, a arquitetura lidaria com qualquer problema de agenciamento, organização, estética  e ordenamento de componentes em qualquer situação de arranjo espacial. No entanto, normalmente a arquitetura associa-se diretamente ao problema da organização do homem no espaço (e principalmente no espaço urbano).</p></blockquote>
<p>Podemos, então, evidenciar o principal trecho deste conceito de arquitetura de maneira a beneficiar o entendimento (para ser usado como &#8220;mote&#8221; para o prosseguimento das explicações): <em>a arquitetura lidaria com qualquer problema de agenciamento,  organização, estética  e ordenamento de componentes em qualquer situação  de arranjo espacial</em>.</p>
<p>Quer dizer, no sentido que nos interessa, a Arquitetura tem por objetivo lidar com a <strong>organização</strong> e <strong>ordenamento</strong> espaço físico humano.</p>
<h2>Arquitetura da Informação</h2>
<p>Pois se a Arquitetura &#8220;tradicional&#8221; tem por objetos maiores a organização e ordenamento de espaços físicos, é simples supor qual seria a verdadeira função da Arquitetura da Informação: <strong>lidar com ordenamento e organização da informação</strong>!</p>
<p>Para ficar ainda mais preciso, analisemos o que disse Richard Saul Wurman, o homem que, muito provavelmente, foi quem cunhou a expressão &#8220;Arquitetura da Informação&#8221;. Segundo podemos observar no <a href="http://exvertebrum.wordpress.com/2009/03/31/definicao-de-arquitetura-de-informacao-por-wurman-criatividade-por-charles-mingus-e-joshua-porter-sobre-ux/">artigo do Ex Vertebrum</a>, disse Wurman sobre a função de Arquiteto da Informação:</p>
<blockquote><p>Bons arquitetos de informação tornam o complexo claro, tornam a informação inteligível para outros seres humanos. Se eles tem sucesso fazendo isto, são bons arquitetos de informação. Se falham, não são bons.</p></blockquote>
<p>Uma outra boa definição de &#8220;Arquitetura da Informação&#8221; que podemos encontrar é que está acessível no site <a href="http://usabilidoido.com.br/">Usabilidoido</a>, no <a href="http://usabilidoido.com.br/cat_arquitetura_da_informacao.html">artigo sobre Arquitetura da Informação</a>, no qual podemos encontrar:</p>
<blockquote><p>A definição de Arquitetura da Informação é o &#8220;estudo da organização da informação que permite ao usuário chegar ao entedimento&#8221;. Na prática, ela se refere à organização da estrutura de um website e seu conteúdo, rotulagem e categorização da informação e o design dos sistemas de navegação e de busca.</p></blockquote>
<h2>Atuação do Arquiteto da Informação</h2>
<p>Os próprios conceitos apresentados sobre a Arquitetura da Informação, por eles mesmos, já dão uma ideia e definem sobre a parte prática desta <a href="http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte1-areas-atuacao-10349.html">área de atuação do desenvolvedor web</a> e o que faz o profissional da área, o Arquiteto da Informação. Quem atua nesta área, na prática, pode fazer (dentre outras) as seguintes atividades:</p>
<h3>Filtrar informações do site</h3>
<p><strong></strong>Todo e qualquer tipo de site precisa de <strong>informações</strong> (sejam elas textuais, visuais, sonoras, etc), e, assim que esta informação é definida (muitas vezes, cedidas pelo cliente), é papel do Arquiteto da Informação filtrar essas informações para uso posterior.</p>
<p>Quando se trata de um blog ou quaisquer outras publicações com periodicidade definida, o Arquiteto pode atuar ajudando com a seleção de conteúdos.</p>
<h3>Hierarquizar informações</h3>
<p><strong></strong>No processo inicial de filtrar informações pertinentes ao escopo do site, muito conteúdo é &#8220;aproveitado&#8221;. Nestas condições, cabe, também, ao arquiteto da informação, <strong>hierarquizar</strong> estas informações, definindo níveis de importâncias para toda essa informação, de modo a identificar o que é mais importante aos visitantes e/ou ao objetivo do negócio.</p>
<h3>Auxiliar a Usabilidade</h3>
<p>Uma das principais atribuições de um arquiteto da informação é atuar e auxiliar nas definições e estabelecimentos da <strong>usabilidade </strong>de um web site ou sistema online, ou seja, definindo a &#8220;facilidade&#8221; com que os visitantes <strong>usam</strong> um web site ou sistema virtual e voltando seus esforços para que esta tarefa seja a mais simples e intuitiva possível.</p>
<h3>Auxiliar o Web Design</h3>
<p><strong></strong>Através do uso de ferramentas próprias à sua área de atuação, o arquiteto da informação deve atuar juntamente com o pessoal do web design, definindo e estruturando o que se chama de wireframe, que, segundo pode ser encontrado na <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Website_wireframe">Wikipédia</a>:</p>
<blockquote><p>Um wireframe de site web (ou também &#8220;wire frame web&#8221;, &#8220;wireframe web&#8221;, &#8220;web wireframing&#8221;) é um guia visual básico usado em design de interface para sugerir a estrutura de um sítio web e relacionamentos entre suas páginas. Um wireframe web é uma ilustração semelhante do leiaute de elementos fundamentais na interface. Normalmente, wireframes são concluídos antes que qualquer trabalho artístico seja desenvolvido.</p></blockquote>
<p>Através dos wireframes, portanto, o arquiteto da informação estipula, através  da filtragem das informações pertinentes ao site e do resultado da hierarquização dessas informações, quais elementos são mais ou menos importantes e como estes devem ser apresentados aos visitantes e como se deve dar a interação online.</p>
<p>A esse propósito escrevi, no meu blog <a href="http://desenvolvimentoparaweb.com">desenvolvimento para web</a>, um artigo mostrando algumas boas <a href="http://desenvolvimentoparaweb.com/usabilidade/ferramentas-criacao-wireframes/">ferramentas para criação de wireframes</a>.</p>
<h2>Conclusão sobre Arquitetura da Informação</h2>
<p>A <strong>Arquitetura da Informação</strong> somente recentemente começou a ser reconhecida como profissão importante dentro do complexo trabalho de planejamento e desenvolvimento de sites, sistemas interativos e peças online, em geral. Mas, segundo o que vimos neste artigo, trata-se de atividade <strong>importantíssima</strong> e, para projetos que queiram portar o título de &#8220;profissional&#8221;, um arquiteto da informação é imprescindível. Concorda?</p>
<p>No próximo artigo sobre as áreas de atuação de um desenvolvedor web: mais sobre a <strong>usabilidade</strong>! Não percam!
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		</item>
		<item>
		<title>Desenvolvedor Web Parte2: Desenvolvimento Front-End E Back-End</title>
		<link>http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte2-front-end-back-end-10447.html</link>
		<comments>http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte2-front-end-back-end-10447.html#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 14 Oct 2010 09:13:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tárcio Zemel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Featured]]></category>
		<category><![CDATA[Teoria]]></category>
		<category><![CDATA[Web Design]]></category>

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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-10464" src="http://www.webmaster.pt/wp-content/uploads/2010/10/front-end-back-end-desenvolvimento.gif" alt="Desenvolvimento web front-end e back-end" width="450" height="164" /></p>
<p>Olá, leitores do <a href="http://www.webmaster.pt/">Webmaster.pt</a>! Como vão? Hoje daremos prosseguimento à nossa série sobre o <strong>desenvolvedor web</strong>, mas, primeiro, vamos recapitular o que vimos anteriormente. No artigo anterior, &#8221;<a title="Desenvolvedor Web Parte1: Áreas De Atuação" href="http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte1-areas-atuacao-10349.html">Desenvolvedor web (parte 1): áreas de atuação</a>&#8220;, vimos o quão ampla é a área de desenvolvimento web e, em função disso, a extensa gama de atuações possíveis que se mostra ante o desenvolvedor web. Também vimos um dos vários modelos de classificação existentes das principais áreas do desenvolvimento web e, por fim, o dilema em que um desenvolvedor web pode se encontrar diante de tantas opções disponíveis.</p>
<p>Agora, veremos um pouco mais sobre as principais vertentes em que pode atuar um desenvolvedor web:  <strong>desenvolvimento front-end</strong> e <strong>desenvolvimento back-end</strong>. Cabem explicações muito importantes sobre isso, já que estes termos serão bastante usados no decorrer desta série. Pode ser que alguns já saibam seus significados, mas cabe, sim, uma explicação para os que ainda desconhecem tais termos. Aliás, você que já sabe, também pode recordar!  ;-)</p>
<h2>&#8220;Front-end&#8221; e &#8220;back-end&#8221;</h2>
<p>Cabe a ressalva de que , também, até estes conceitos podem ser apresentados de variadas formas e, em cada contexto, pode possuir, mesmo, significados diferentes. Por exemplo, na <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Front-end_e_back-end">Wikipédia</a> podemos encontrar a seguinte definição genérica:</p>
<blockquote><p>Front-end e back-end são termos generalizados que referem-se às etapas inicial e final de um processo. O front-end é responsável por coletar a entrada em várias formas do usuário e processá-la para adequá-la a uma especificação útil para o back-end.</p></blockquote>
<p>Mas, claro, estes não são os únicos e aplicáveis conceitos de front-end e back-end. De qualquer forma, na prática (e segundo precisamos para o entendimento) podemos considerar o seguinte (quando o assunto é <strong>desenvolvimento web</strong>):</p>
<ul>
<li><strong>Front-end</strong> é para os visitantes do site;</li>
<li><strong>Back-end</strong> é para os administradores do site;</li>
</ul>
<p>Talvez esse conceito aborreça alguns desenvolvedores mais &#8220;conservadores&#8221; ou não abranja a totalidade de &#8220;nuances&#8221; que um conceito como estes possa receber, entretanto, esta é a <strong>prática</strong>. Mas, obviamente, não é só porque aqui está escrito, é que é uma verdade absoluta. Os comentários estão abertos para sugestões.</p>
<p>Se alguém sugerir uma definição que seja mais facilmente inteligível e, de igual maneira, consiga passar o conceito prático de frontend e backend, as definições aqui apresentadas serão alteradas. Combinado?  ;-)</p>
<h2>Exemplos de front-end e back-end</h2>
<p>Depois destes conceitos bastante práticos sobre front e back end terem sido apresentados, talvez a exposição de alguns exemplos seja de boa valia. Pode ter certeza, você que está lendo este artigo já sabia, mesmo antes de ler , meio que &#8220;instintivamente&#8221;, meio que &#8220;sentindo&#8221; (se é que este termo é cabível), o que é um backend e o que é um frontend. Mas, como é de praxe se fazer e conveniente de se mostrar, bons exemplos ajudarão, ainda mais, a fixar estes conceitos.</p>
<h3>Exemplo 1: seu site de notícias</h3>
<p>Se você tem um pouco mais de tempo de prática em desenvolvimento web, provavelmente já deve ter feito ou participado, de uma forma ou de outra, algum web site com sistemas administrativo ou sistema online, independente do porte e finalidade a que tenha se proposto. Vamos supor que tenha sido um site para publicação de notícias e artigos.</p>
<p>Então, você, sozinho ou juntamente com uma equipe de desenvolvimento, pensou, repensou, planejou, usou alguma metodologia de desenvolvimento, validaram telas e protótipos, enfim, o que se faz em um desenvolvimento mais ou menos profissional. Nestas condições, você provavelmente pensou que o web site teriam um painel de administração, pelo qual as pessoas autorizadas, após receberem um login e uma senha (ou, se mais elaborado, poderia-se criar logins e senhas diretamente por este painel), poderiam acessar áreas privilegiadas que, como sugere o próprio nome, serviriam para administrar todo o conteúdo do site. Isso, meus caros, foi um exemplo de <strong>back-end</strong>, a <strong>área privada</strong> do projeto.</p>
<p>Mas não somente de uma área administrativa vive um site. A segunda &#8220;vertente&#8221; do projeto hipotético que você realizou serviria para os visitantes deste site aproveitarem. Afinal de contas, neste caso, sua equipe e você não tiveram a intenção de fazer um site privado. A intenção era atrair visitantes para acessarem as belas notícias, conteúdos e <em>releases</em> de ótima qualidade que lá poderiam ser encontrados.</p>
<p>Então, segue a execução, também, da área irrestrita do site, pela qual os visitantes, que chegariam através de mecanismos de busca, sites de referência, endereço divulgado em diversos tipos de mídia e acessos diretos. Esta área pública serviria para os  visitantes acessarem e lerem as notícias e releases do site, inteligentemente distribuídos em categorias e subcategorias, de modo a facilitar a categorização e organização de todo o conteúdo, que daria ensejo à construção de uma arquitetura da informação impecável.</p>
<p>Esse <strong>acesso público</strong> ao site seria o <strong>front-end</strong>.</p>
<h3>Exemplo 2: Webmaster.pt</h3>
<p>Como segundo exemplo, veremos uma situação em que, efetivamente, acabará com todas as eventuais dúvidas que, neste ponto, ainda possam existir.</p>
<p>Quando você entra no <a href="http://www.webmaster.pt/">Webmaster.pt</a> para fazer sua leitura diária de artigos sobre SEO, Redes Sociais, Blogging, Programação, Web Design e todos os bons assuntos que tratamos, está acessando o <strong>front-end</strong> do site, quer dizer, a <strong>área pública</strong>. Afinal, para ter acesso a estes conteúdos você precisa simplesmente acessar o site e começar a ler, não é?</p>
<p>Em contrapartida, <a href="http://www.webmaster.pt/author/tarcio/">eu</a> e todos os outros editores do  Webmaster.pt, para escrevermos, salvarmos, editarmos e publicarmos os artigos, temos que acessar a área administrativa presente no site, quer dizer, acessamos o <strong>back-end</strong>. É uma área que somente pessoas autorizadas tem acesso, ou seja, é uma <strong>área privada</strong>, que constitui o <strong>back-end</strong> do site.</p>
<h2>Conclusão sobre os &#8220;-ends&#8221;</h2>
<p>Agora, com certeza, você já entendeu qual a diferença entre o back-end e o front-end. Lembra-se da classificação proposta no primeiro artigo da série? Como comentado por lá, uma área do desenvolvimento web pode &#8220;estar contida&#8221; dentro de outra(s), o que, aliás, é o caso.</p>
<p>Por exemplo, <a href="http://www.webmaster.pt/categoria/marketing/search-engine-optimization">SEO</a> (ou <em>otimização para mecanismos de busca</em>) deve ser bastante considerado para a construção de um <em>front-end</em> eficiente, concordam? Já arquitetura da informação, usabilidade e web design, são importante tanto para uma área administrativa, quanto para a área pública do site.</p>
<p>São conceitos relativamente simples, que, certamente, agora já estão devidamente explicados.</p>
<p><a href="http://feeds.webmaster.pt/marketocracia">Fiquem atentos ao Webmaster.pt</a> para conferir o próximo artigo da série: <strong>arquitetura da informação</strong>.
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<p><a href="http://www.webmaster.pt/desenvolvedor-web-parte2-front-end-back-end-10447.html">Desenvolvedor Web Parte2: Desenvolvimento Front-End E Back-End</a> &eacute; um artigo da nossa comunidade: <a href="http://www.webmaster.pt">Webmaster.pt Marketocracia Digital</a></p>
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