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	<title>Como Criar Um Site, Blog ou Loja Virtual Gratis - WebMaster.pt &#187; Entrevistas</title>
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	<description>Aprenda Como Criar Um Site, Blog ou Loja Virtual com WordPress e Joomla e Ganhar Dinheiro Online</description>
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		<title>Rui Augusto Do Tolnetwork.com</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Apr 2010 10:41:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Soares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Featured]]></category>

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		<description><![CDATA[Entrevista muito interessante com o Rui Augusto do Tolnetwork.com. Engenheiro Informático com uma carreira profissional de sucesso. Empreendedor web com vários sites conhecidos. Abordamos a carreira, a internet e também alguns aspectos mais pessoais. <p><a href="http://www.webmaster.pt/rui-augusto-tolnetwork-4230.html">Rui Augusto Do Tolnetwork.com</a> &eacute; um artigo da nossa comunidade: <a href="http://www.webmaster.pt">Webmaster.pt Marketocracia Digital</a></p>

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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Olá Rui! Como também te chamas Rui, já tenho a certeza que vou gostar da entrevista <img src='http://www.webmaster.pt/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> . Que idade é que tens? Li que tinhas 37 anos numa entrevista em 2009. Já fizeste 38 anos? Estás quase com 40 anos. Eu também. Tens medo de ficar velho? Já tens cabelos brancos? Já sentes dores que quando eras mais novo não sentias? </em></p>
<p>Para já deixa-me agradecer a publicação da entrevista no webmaster.pt. Actualmente tenho 38 anos, mas creio que vou ficar mais velho no final das minhas respostas, pois é certamente a entrevista mais longa que já me fizeram. Não tenho medo de ficar velho, mas já não posso fazer coisas que fazia antes, no entanto a sensação de que o tempo passa cada vez mais rápido é inevitável, daí que o único receio é a possibilidade de não se conseguirem realizar alguns sonhos ou atingir certos objectivos na vida. Cabelos brancos devo ter 1 ou 2, nada mais…quanto à questão física, é verdade que está deixada um pouco para segundo plano, a idade já pesa.</p>
<p><em>Eu ainda não tenho filhos. Tu tens 2 filhos. Espero concretizar esse projecto antes de começar a usar uma bengala. Mas, como é que consegues conciliar o teu trabalho a tempo inteiro, o teu trabalho fora do horário de trabalho a trabalhar nos teus sites e ainda 2 filhos? Sem esquecer a tua mulher, senão sofá&#8230; <img src='http://www.webmaster.pt/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </em></p>
<p>Tenho dois filhos, um com 7 e outro com 4 anos e já competem pelo PC comigo. Queixam-se um pouco que estou sempre a querer trabalhar. Por outro lado aproveito quando eles vão dormir para trabalhar e responder a entrevistas como esta. Depois há os fins-de-semana, onde sobra sempre um tempo para trabalhar mais um pouco. Se fosse mais novo não dedicaria tanto tempo aos sites, até porque há os estudos, diversão e coisas que só se fazem com 20 anos! É preciso por isso alguma dedicação e flexibilidade, para conseguir fazer tudo. Contudo não sigo nenhum plano nem checklist de melhores praticas, nem uso nenhuma ferramenta para gestão do tempo. </p>
<p><em>Há dias li um artigo a promover o Slow Food em posição ao Fast Food? Tens uma alimentação saudável? O facto de teres filhos obriga-te a dar o exemplo à mesa? Comes sopa? Obrigas os teus filhos a comer sopa e a comer fruta? O que é que achas da oferta de brinquedos nas lojas de Fast Food, juntamente com a refeição?</em></p>
<p>Evidentemente nunca frequentei tanto o McDonalds como agora. Pelo menos uma vez por semana é quase inevitável. Depois há a questão pratica, pois muitas vezes dá jeito mesmo o fast food. Quanto à questão da oferta de brinquedos juntamente com a refeição é uma excelente técnica de ganhar tráfego orgânico e qualificado que converte melhor que o do Google! O marketing do McDonalds nesse aspecto é imbatível. </p>
<p><em>O que é que fazes no teu trabalho? Gostas do teu trabalho? </em></p>
<p>O meu trabalho está ligado à informática num grande grupo privado Português. Neste momento tenho a gestão de uma equipa onde gerimos uma rede com muitos PCs e Servidores, Windows e Linux. Há também os projectos, o suporte e tudo relacionado com isso. Como em todos os trabalhos há coisas que gostamos e outras que não…</p>
<p><em>Como é que são os teus filhos? São mais parecidos com pai, com a mãe? Como é que a personalidade de cada um? Todos os dias somos confrontados com a nossa própria mortalidade. Ou é o vídeo dos repórters da Reuters que foram assassinados no Iraque por soldados americanos, ou é a notícia do número de mortos durante a operação de trânsito da Páscoa. Achas que ter filhos dá outro sentido à vida? Aceitamos melhor a nossa mortalidade, porque estamos a dar lugar aos mais novos?</em></p>
<p>Obviamente não vou partilhar algumas das coisas que são do foro privado. Sim, os filhos dão outro sentido à vida, e passam a ser a coisa mais importante. </p>
<p><em>Li que começastes no negócio dos sites com o <a href="http://tuning.online.pt" target="_blank">tuning.online.pt</a>. Qual foi a ideia que te motivou a criar o site? A tua paixão por carros? É um dos sites mais visitados em Portugal na temática carros. Que carros é que tens actualmente? Trocas com frequência de carros? É difícil personalizar o carro, tendo em conta a legislação portuguesa? Costumavas ver o reality show american chopper? Sentes inveja da cultura americana nesse aspecto de facilitarem a inovação e a personalização?</em></p>
<p>Foi precisamente há 10 anos que iniciei o tuning.online.pt. Na altura tudo começou por tentar lembrar-me de algumas coisas que tinha aprendido na universidade, de html, etc pois estava com a ideia de montar uma empresa com uns colegas. O tema foi apenas algo com que estava à vontade e que fazia parta da minha navegação na net nos “early days”. A paixão por carros e o gosto pelo tuning complementaram e bem essa aposta. A brincadeira passou a coisa séria e em pouco tempo tornou-se o site mais importante sobre tuning em Portugal. Hoje ainda é, o que tem mais tráfego e o mais antigo com actualizações constantes, uma referência. </p>
<p>Actualmente tenho dois carros, um Golf TDI 110 que me acompanha desde o inicio do site e que está bastante alterado. Começou com 110cv e hoje tem uma adaptação de um sistema biturbo e tem 300cv. Alias teve um problema no motor, a idade já pesa e as alterações a este nível não perdoam. Depois tenho um BMW 320d. Não troco de carro com frequência, o Golf tem mais de 10 anos. No entanto como dizes, não é fácil personalizar um carro em Portugal, pois quando queremos fazer coisas que aumentam a segurança, ou que não implicam nada em termos de comportamento do carro, a lei não o permite. Há obviamente problemas com o tuning, muitos deles provocados por marginais, que nada tem que ver com a modalidade, ou que confundem as coisas. As restantes pessoas também uma ideia muitas vezes erradas do que é o tuning, ou têm uma imagem que nem sempre corresponde ao correcto. A lei proíbe todas as alterações excepto as previstas no regulamento. Mas esse regulamento nunca foi publicado. </p>
<p>Quanto ao American Chopper, sim, vejo às vezes, é mundo completamente à parte, mas também sei que é um show feito para a televisão. Não sei se sabes, mas o programa tem os dias contados, o Pai recentemene processou ou filho em cerca de 1 milhão de dollars…desentenderam-se…um mundo à parte como tu dizes. </p>
<p><em>Acompanhas a Formula 1? Qual a tua equipa favorita? Quem é que vai ganhar este ano? Que opinião é que tens sobre o regresso do Michael Schumacher?</em></p>
<p>Já não acompanho a fórmula 1. Desde o acidente do Ayrton Senna que me fui desligando. É a melhor montra tecnológica do mundo automóvel, mas a competitividade deixa muito a desejar. Desde que me lembro que a minha equipa favorita era a Lotus, o carro preto da John Player Special com o Elio de Angelis (nº11) e depois o Senna (nº12), ambos morreram. Quem vai ganhar este ano não sei, é que não ligo mesmo nada já. Sobre o regresso do Schumacher, acho que é uma boa jogada e eventualmente tem ainda muito para dar ao desporto. Acho que falta gente com carisma na F1. </p>
<p><em>Quando o domínio online.pt ficou livre e dum momento para outro alguns milhares de sites ficaram offline, incluindo o teu tuning.online.pt, como é que viveste essa experiência? Tiveste que consultar um cardiologista? Sempre fiquei com a impressão que a resolução do problema passou pela reinterpretação das regras de registo de domínios da FCCN, porque Ondas Lineares &#8211; Soluções de Informática, Lda. é uma firma onde não consta a palavra online. Então a ideia da abreviatura dos nomes da firma passou a ter um novo significado. No caso do tuning.online.pt, o que é que aconteceu? Quantos dias é que esteve offline?</em></p>
<p>Nem me lembres disso, passei uma noite muito mal. Tal como disse no post que escrevi nessa noite, era um projecto de 7 anos, que representava muito para mim e muitas outras pessoas que visitavam o site diariamente. Era também uma parte muito importante dos meus rendimentos. Penso que foram cerca de 24 horas ou próximo disso que ficou offline. A Ondas Lineares, que ficou com o domínio assegurou o serviço. Lembro-me que várias pessoas me ajudaram, procuraram e partilharam informação que encontravam na net e as coisas resolveram-se. </p>
<p><em>Quando é que mudas o tuning.online.pt para um domínio teu? O techzonept.com mudou durante o ano passado para zwame.pt. É verdade que perderam tráfego e ranking, mas francamente também não sei se fizerem os 301 redirect que deveriam ter feito. Mas, acho que o projecto deles é mais forte hoje do que era no tempo do techzonept.com. Com o branding e o domínio .pt até acho que ganharam credibilidade na comunidade. </em></p>
<p>O tuning.online.pt começou como um site criado numa conta do Clix. Na altura o serviço da co.pt que apresentavam tinha algumas vantagens e como eu também não sabia o que sei hoje, era uma boa escolha, ou parecia-me uma boa escolha. Não me estou a ver a mudar o nome e o domínio, embora tenha feito tentativas para comprar o tuning.pt, mas os preços eram incompatíveis. Como se trata de um site autoritário nessa área, o online.pt não representa actualmente um problema, embora claro, tenha os seus inconvenientes. </p>
<p><em>Li que em 2005 começaste a criar sites para ganhar dinheiro com publicidade. Descobriste o adsense e os programas de afiliados. Eu costumo repetir esta pergunta, mas é obrigatória. Onde é que aprendeste? Que sites e blogs de língua inglesa seguias e ainda segues? Quais são os teus bloggers profissionais preferidos? Ainda os lês?</em></p>
<p>A primeira forma de rentabilização foi com a venda de banners. Lembro-me também de ter recebido um mail do programa de afiliados da Amazon, a convidar-me para aderir ao programa. Na minha ingenuidade esse convite representava muito. Aos poucos fui vendo sites com Adsense e nunca procurei informação, até que lá me inscrevi. Meti 2 ou 3 blocos em locais que considerava estratégicos e lá fiz 30 a 40€ nos primeiros 3 meses. Depois, como vi que o sistema tinha potencial, procurei informação em sites de artigos grátis, aqueles que hoje consideramos apenas para submeter o nosso conteúdo e ganhar backlinks. O meu site preferido é o goarticles.com. Apliquei parte da informação que li nesses artigos e numa semana ganhei 3 vezes mais do que os 3 meses anteriores. Depois foi uma questão de ler mais e aperfeiçoar as técnicas. Deveria ter aderido logo em 2005.</p>
<p>Fui também convidado pelo Google para um evento que organizaram em Portugal, o Google University, e foi mais uma vez um reconhecimento pelo trabalho que fazia e pela forma como integrava o adsense ou pelos ganhos que tinha. Cheguei a comprar alguns livros de Adsense, mas já não aprendi nada relevante nesses livros. Depois é uma questão de prática, testes e bom senso. </p>
<p>Os blogs vieram mais tarde, mas comecei por ler o Problogger.net do Darren Rowse. Se tiver que destacar outro seria o Aaron Wall com o Seobook. Ambos representam áreas chave na questão da rentabilização de projectos online. Não tenho muito tempo para os ler e a maior parte dos artigos são lidos na diagonal actualmente.</p>
<p>Acho que chega a um ponto que os webmasters tem que se centrar no conteúdo e mais vale perder uma ou duas horas a escrever um artigo importante, do que dispensar o mesmo tempo à procura de um link de qualidade. Contudo é também preciso estar actualizado e preparado para mudar de estratégias, se for preciso. </p>
<p><img src="http://www.webmaster.pt/wp-content/uploads/2010/04/tolnet-e1271759828719.png" alt="tolnetwork" title="tolnetwork" width="600" height="470" class="aligncenter size-full wp-image-4234" /></p>
<p><em>Estive em vários sites teus e o que se passa com o background preto ou cinzento escuro? É um fetiche? Não me leves muito a sério. Mas, tens claramente uma preferência por backgrounds escuros. Achas que consegues isolar melhor o próprio site, focando a atenção do visitante no conteúdo? Costumas testar os elementos do design na medida que afectam a taxa de<br />
conversão dos teus objectivos?</em></p>
<p>Sim, gosto de backgrounds escuros, o gosto vem de longe, mas são predominantes, reconheço (ate fui contabiliza-los). Como tu dizes destacam o conteúdo, mesmo quando este também tem uma imagem mais escura. Tenho também as minhas ideias sobre a conversão dos sites e a colocação da publicidade. O tipo de site também me faz mudar os locais e formatos da publicidade. Sei que um design muito trabalhado com muitos elementos gráficos também não converte bem em determinados projectos. Adoptei algumas regras e não perco muito tempo em fazer mais testes. Para certos projectos tenho templates que adaptei que possuem boas taxas de conversão, sem provocar a click acidental ou a colocação da publicidade nos locais do conteúdo principal. </p>
<p><em>Li esta frase tua numa fórum: &#8220;escolhe uma noticia do dia qualquer&#8230;.da lusa&#8230;.faz uma pesquisa pelo titulo e ve quantos sites aparecem&#8230;.a mesma cópia&#8230;o mesmo conteúdo&#8230;.obviamente uns posicionam-se melhor que outros&#8230;ou pelo peso do dominio&#8230;.ou pela hora de submissão do conteudo&#8230;etc&#8230;&#8221; e estavas a debater a questão de conteúdo duplicado. Eu prefiro falar de jornalismo. No Twitter tenho tido alguns debates com jornalistas a propósito da ideia que os bloggers criam conteúdos, mas não estão sujeitos às obrigações dos estatuto dos jornalistas, etc.. Ou seja, alguns jornalistas gostariam muito de acabar com os malditos bloggers, que estão a concorrer e a causar o declínio da imprensa escrita. Como é que vês o jornalismo daqui a 10 anos? Achas que a CNN é um bom exemplo, com o ireport, entrevistam bloggers, dão destaque a tweets e comentários sobre as notícias? Um estudo qualquer apresentado por uma jornalista concluía que mais de 50% dos bloggers nos EUA viam-se como jornalistas. Eu discordo em absoluto. E tu? Achas que um blogger é um jornalista?</em></p>
<p>Sim, essa frase é recente. Publicar uma press release, que é publicada igualmente em 10 ou 20 jornais e sites Portugueses não acho que seja penalizador, se não os sites dos jornais estariam banidos do Google. O site que puder indexar a press release primeiro e que consiga um melhor posicionamento estará também em vantagem para essas pesquisas. O mito que não se recebe tráfego se o conteúdo foi duplicado é mentira. Eu não estou a falar na cópia de conteúdo criado por outro blogger ou webmaster, etc, pois eu também não gosto que me copiem os meus artigos. No entanto uma press release é feita para ser divulgada e quem a produz, pretende isso mesmo.</p>
<p>Sobre a imprensa escrita, acho que não sabem aproveitar os recursos que possuem online. Azar o deles. Acho que devem permitir o acesso apenas a utilizadores que paguem o acesso a esses conteúdos. Devem tomar essa medida já. Estou ansioso que tomem essa decisão. Condeno o facto de não colocarem link para as fontes ou para sites que sustentam os artigos que publicam, não só como utilizador da internet, pois tenho que escrever o link à mão, como pelo facto de ser uma desvirtualização da Web e do html. </p>
<p>Não acho que um blogger seja um jornalista, mas há bloggers jornalistas e há bloggers que possuem jornais online. Vejo mais um blogger como um comentador ou autor de artigo de opinião que já é comum também ver nos vários jornais. </p>
<p><em>Num fórum, abordaste directamente um membro que estava a copiar um artigo dum dos teus sites e apenas pediste que fosse colocado um link e referência para a fonte do artigo.  E em várias discussões sobre o tema defendeste que o plágio pode ter resultados positivos para a vítima desse plágio, seja pelos links, tráfego, notoriedade, posicionamento no google, etc.  Do ponto de vista ético, achas que essas vantagens pesam mais do que a defesa da tua marca, do teu direito à autoria dos artigos que escreveste? Não corres o risco de passar a mensagem que  o plágio até é fixe?</em></p>
<p>Passei várias noites a escrever alguns artigos para o tuning.online.pt. Artigos esses, que exigiram muita investigação, recurso a várias fontes etc. Esses artigos acabaram por ser copiados e chegaram até à wikipedia, traduzidos para Brasileiro. Não faço ideia do número de vezes que alguns desses artigos foram copiados. Chega a certo ponto que é impossível conseguir-se fazer alguma coisa. Pedindo um link resolvo parte do problema e não me chateio muito. </p>
<p>Há muitas técnicas para evitar parte dos problemas das cópias (o que não quer dizer que as aplique sempre). Podemos evitar o hotlink das imagens (pode não ser problema para muitos, mas também é conteúdo), podemos colocar links nos artigos para os próprios site ou para outras páginas do nosso site, e muito mais. Nem toda a gente sabe copiar! O que eu referi, é que se parte do esforço for em optimizar essas técnicas ou até em dar conteúdo free, etc é tempo melhor gasto do que andar a contactar montes de autores de sites e empresas de aloajmento ou blogs free para retirarem o conteúdo. Podia-te mostrar por ex um parágrafo de um texto que tem montes de cópias integrais. Obviamente acho que acabo por perder tráfego e isso é mau.</p>
<p>Mas isto também acontece com outros tipos de sites, basta reconhecerem-nos alguma autoridade na área e não há nada a fazer!</p>
<p>Obviamente que devemos evitar que nos copiem o conteúdo e nem sou a favor disso, nem promovo isso. No entanto há conteúdo que é de livre utilização, como artigos de sites de artigos grátis, press releases e muito mais. </p>
<p>Mas relativamente a este assunto em particular, irritei-me um bocado porque houve uma discussão sobre um determinado artigo do Custódio, e ninguém estava a comentar o que era relevante, levaram a discussão para outros campos…enfim…não perceberam o que era importante nesse artigo.</p>
<p><em>Qual é a melhor dica que podes dar sobre Google AdSense? E sobre SEO? Já estás na REDE? Achas que a REDE obrigou os webmasters a diversificarem as fontes de tráfego? Eu acho que o Google não vai ter a importância que tem hoje nos próximos anos, exactamente por causa do crescimento do Facebook, do Twitter, do Youtube e do aparecimento eventual de redes sociais ainda mais evoluídas. O que pensas sobre isso?</em></p>
<p>É difícil referir apenas uma dica sobre Adsense, mas talvez seja aconselhar os teus leitores a ler as <a href="http://www.tolnetwork.com/2008/20-melhores-dicas-adsense/" target="_blank">20 melhores dicas Adsense</a>. Sobre SEO também há muito que pode ser dito. Não sendo a melhor dica, acho que há muita gente a começar projectos a pensar numa keyword apenas e optimizam erradamente apenas essa keyword. Se já estou na rede? Referes-te a redes sociais? Tenho conta em vários sites, mas não sou utilizador muito assíduo, o tempo não da para tudo. </p>
<p>Acho que as redes sociais estão a mudar isto (Web), mas não sei até que ponto se podem substituir ao resto (motores de pesquisa e portais). É preciso obviamente diversificar as fontes de tráfego, mas o tráfego precisa de ser de qualidade. Se é bom para o ego receber 5000 visitas de um site num dia, elas não servem de nada se os utilizadores não converterem, e aqui a conversão pode ser um click num anúncio, um comentário, a subscrição de um serviço ou até passarem a ser visitantes frequentes. </p>
<p>Vão existir novas técnicas para se obter tráfego e alguns sites vão ter que se adaptar a isso. A integração das redes sociais nos sites é também outra excelente hipótese de se ir tomando o pulso a esta nova moda…pois de repente parece que toda a gente fala no mesmo. </p>
<p><em>A ideia recorrente de deixares o teu trabalho para te dedicares a 100% aos teus sites parece encontrar resistência noutra ideia: a estabilidade da tua família, dos teus rendimentos, da tua vida. Há outras razões?  O hábito de trabalhar num horário fixo? O prazer pelo teu trabalho a tempo inteiro? O convívio no local de trabalho com os teus colegas? </em></p>
<p>Na tua pergunta já referes o principal. Para eu deixar o meu trabalho teria que ter outra segurança ao nível dos projectos Web. Há diversos riscos, como o site ser atacado, ser banido de uma rede de afiliados, o site ser penalizado e perder tráfego, etc. Nestes casos não há “subsídio de desemprego” para aguentar uns meses. Por outro lado não sei em que medida dedicar-me durante mais 8 horas por dia aos projectos Web se traduziria num ganho proporcional. Teria obviamente que num curto prazo de tempo garantir um rendimento equivalente. Depois há o convívio e a falta de monotonia de um trabalho normal. Também há limitações em trabalhar em casa durante o dia, com filhos e mulher, o rendimento não é igual. Mas quem… sabe a criação de um projecto diferenciador já esteve mais longe…</p>
<p><em>A propósito da Netaffiliation, escreveste que não tinhas confiança no sistema de tracking, que havia falta de informação sobre atrasos nos pagamentos e que o suporte era deficiente ou inexistente. Por um lado, o mercado é muito pequeno. Por outro lado, falta concorrência à Netaffiliation. No maistrafego.pt também criticaste os negócios de ninharias: o jovem que compra um domínio .com e no dia seguinte está a tentar vendê-lo ou o site  que ainda não tem tráfego, o conteúdo é mau e já tem a tabuleta vende-se. Não tem mais lógica olharmos para o mercado de conteúdos e descobrirmos novamente o Brasil? E a médio prazo até Angola? E não seria positivo convencermos  a FCCN e o Comitê Gestor da Internet no Brasil a criarem um domínio para os países que falam português?  Eu quando penso em mercado na internet, não olho para a União Europeia. E tu? Quando desenvolves um site em português, és europeu ou fazes parte da<br />
comunidade de 230 milhões de pessoas que falam português?</em></p>
<p>Deixa-me trocar a ordem das perguntas…sim, o Brasil, Angola e outros países são uma oportunidade. Neste momento estou até a criar alguns sites específicos para o tráfego Brasileiro. Mas há também diversas oportunidades nos Estados Unidos, onde tenho também alguns sites bem posicionados no Google sobre tuning. Mas tenho igualmente tráfego de qualidade de vários países europeus noutro site com uma lista de membros bastante interessante. É preciso tempo se quisermos explorar todas as possibilidades. Quem trabalha sozinho ou em grupos pequenos tem uma flexibilidade muito maior e consegue ser mais inovador. Há também o acordo ortográfico, que pode ser outra área a explorar (não estou a sugerir que comprem domínios do tipo acordoortografi.co.pt ou coisas parecidas!)</p>
<p>Sobre os negócios dos domínios no maistráfego, comentei porque é sistemático alguns newbies investirem em domínios que não valem nada se não forem desenvolvidos e tentam vende-los no dia seguinte porque chegaram à conclusão que não têm tempo para os desenvolver. Depois vendem os domínios praticamente ao preço que custaram e isso é um mau negócio, uma grande perda de tempo. </p>
<p>A FCCN, enfim…não há muito a dizer. Aguarda-se a liberalização dos domínios…é quase como a legalização do tuning….uma coisa para países desenvolvidos…apenas.</p>
<p>A Netaffiliation tem um problema, falta de concorrência. Porque bastava chegar um player ao mercado que pagasse a horas, que tivesse um sistema de tracking que oferecesse garantias e o suporte fosse pelo menos aceitável, então a Netaffiliation não teria muitas hipóteses, ou teria que mudar de estratégia.  </p>
<p><em>Um dos teus projectos recentes é um fórum sobre veículos electricos. Uma jogada de antecipação&#8230; Qual o endereço? Preocupas-te com os problemas ambientais? Afinal, tens 2 filhos menores e também tens responsabilidades no planeta que vais deixar aos teus filhos.  O que é que fazes em termos pessoais e familiares para seres amigo do ambiente? Achas que daqui a 20 anos, o veículo eléctrico irá dominar a circulação rodoviária? </em></p>
<p>Sim, antecipação. Quando o assunto se tornar frequente no dia-a-dia dos condutores, quando as pessoas procurarem informação, espero ter nessa altura O site de referência em Português. O endereço é <a href="http://www.veiculoselectricospt.com" target="_blank">veiculoselectricospt.com</a>. Preocupo-me em parte pelas questões ambientais, não são tão activo quanto deveria. Acho também que com o site promovo bem essas questões e contribuo para isso. O veículo eléctrico não irá dominar a circulação mas terá sem dúvida um peso bastante importante para não ser ignorado.  </p>
<p><em>Contastes alguma mentira no dia 1 de Abril? Qual? Também caístes na notícia que o problogger tinha sido vendido ao Google? A notícia em Portugal começou a circular ainda no dia 31, o que deu credibilidade à notícia, mas o press release tinha  sido publicado na Austrália, no dia 1 de Abril. Achas que foi um grande golpe de marketing?</em></p>
<p>Comecei um artigo sobre a Netaffiliation, mas ficou a meio, tive um dia bastante ocupado…ia ser engraçado, mas olha…talvez para o próximo ano… No dia 31 li o press release do Problogger mas rapidamente me apercebi disso, no entanto foi muito bem feito. Não segui foi a repercussão que isso teve nem o linkbait que gerou, mas deve ter sido interessante. Não disse antes, mas recomendo um artigo que o Darren Rowse escreveu sobre a forma como começou online, como rentabilizou o seu projecto, pode servir de inspiração para muitos. </p>
<p><em>Já vistes algum episódio de &#8220;Depois da Vida&#8221; com a médium britânica Anne Germain? Achas que ela lê bem as pessoas que tem à frente ou está a comunicar mesmo com os espíritos? És um darwinista convicto? Somos um acidente? E nada mais do que um acidente?</em></p>
<p>Esta pergunta não era para mim pois não?</p>
<p><em>Tens sonhos pessoais que ainda não cumpristes? Quais?</em></p>
<p>Há um que tem um motor V12…enfim….usando um pouco o teu estilo…o sonho comanda a vida. Gostaria de proporcionar uma boa educação aos meus filhos e as condições para terem um futuro bom e que eu e a minha mulher estivéssemos cá tempo suficiente para assistir a isso, com saúde e segurança financeira.
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		<title>Entrevista Com O WebMilionario</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Mar 2010 11:16:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Soares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Featured]]></category>

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		<description><![CDATA[Entrevista com o autor do webmilionario.com. Não conhecia bem o autor. E fiquei impressionado positivamente com as respostas. Leia a entrevista e conheça melhor a personalidade e as ideias do Web Milionário.<p><a href="http://www.webmaster.pt/entrevista-webmilionario-3700.html">Entrevista Com O WebMilionario</a> &eacute; um artigo da nossa comunidade: <a href="http://www.webmaster.pt">Webmaster.pt Marketocracia Digital</a></p>

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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Quando é que decidistes ser Engenheiro informático? Que idade é que tinhas? Que factores é que te influenciaram nesse sentido?</em></p>
<p>Eu acho que sempre soube que ia seguir informática desde que peguei num Spectrum por volta dos 11 anos. Quando chegou a altura de escolher o curso, não tive que pensar no assunto, já estava programado.</p>
<p><em>Às vezes, apanho um ou outro engenheiro informático que não sabem utilizar um ftp client. O curso de engenharia informática em Portugal é demasiado teórico? Há muitas disciplinas sobre desenvolvimento web?</em></p>
<p>Eu só conheço um curso de Engenharia Informática em Portugal, que é o do IST, e mesmo esse já deve ter sofrido bastantes alterações. Acredito que toda a teoria que dei no curso me preparou para pegar em qualquer aplicação ou linguagem e aprender rapidamente a utiliza-la na prática. Só assim é que se pode ensinar uma matéria que está em constante evolução. Novas ferramentas e linguagens estão sempre a surgir, é preciso ter conhecimentos teóricos sólidos para conseguir acompanhar.</p>
<p>Além disso &#8220;sujei as mãos&#8221; em muito trabalhos práticos. Aquilo para que ninguém nos prepara na universidade é para o mercado de trabalho, para as burocracias que envolve, para criar a nossa própria empresa, etc&#8230;</p>
<p><em>E como é que surgiu a ideia de ganhar dinheiro a criar sites? Onde é que aprendestes?  Que blogs e/ou fórums é que seguias quando estavas a aprender a ganhar dinheiro na internet?<br />
</em></p>
<p>A ideia de fazer um site surgiu assim que descobri a world wide web, nos primeiros dias no IST. A ideia de ganhar dinheiro com os sites foi surgindo aos poucos, conforme me fui apercebendo das oportunidades. Na altura ninguém tinha blogs, aprendi muito em diversos fóruns de webmasters americanos e à custa da tentativa e erro.</p>
<p><em>Que bloggers profissionais ainda segues?</em></p>
<p>Comecei a seguir o Custódio do DinheiroOportunidade.com. Quando decidi que lhe ia fazer concorrência e hoje em dia continuo a segui-lo pela mesma razão mas também porque gosto de acompanhar como é que ele anda a ganhar dinheiro.</p>
<p>Sigo também o Rui Augusto do TolnetWork.com, embora ele escreva poucas vezes e não abra muito o jogo, é um excelente profissional.</p>
<p>Estes 2 são os que trabalham mais próximos da minha realidade e que falam sobre as suas experiências directas. Olhando para o meu Reader, tenho mais uma série de feeds neste<br />
nicho, mas deixo os posts acumularem-se e só leio de tempos a tempos.</p>
<p><em>Se criares uma empresa no futuro e contratares empregados, vais queres que te tratem como Sr. Eng.? A tua visão duma empresa passa pela existência desse tratamento formal entre as pessoas? Ou preferes uma comunicação menos formal, como por exemplo deve acontecer na Google e noutras empresas que trabalham mais ligadas à internet? Eu já tive preferência por um tratamento informal e hoje tenho uma opinião diferente. </em></p>
<p>É uma questão interessante, à qual só poderei responder totalmente quando estiver perante a situação. O tratamento não será o mesmo numa micro-empresa criada com mais 2 amigos ou numa multinacional onde esteja a gerir uma equipa de 50 pessoas. Também não espero a mesma linguagem na pausa do café e na reunião com um cliente importante. Sou suficientemente flexível para não exigir esse tipo de tratamento a toda a hora, mas acho que o respeito é muito bonito e os títulos têm o seu valor.</p>
<p>Eu próprio raramente assino como Eng. nos meus emails profissionais, mas quando contacto grandes empresas, pelo menos no primeiro contacto, dou uso ao título.</p>
<p><em>Li o teu artigo sobre o teu ambiente de trabalho. Recomendas algumas programas para Mac? Não tenho um Mac. Mas, se decidisse comprar um Mac, que programas é que tu achas que eu deveria comprar? Eu não sou capaz de trabalhar com 3 monitores à frente. Tenho vários computadores em casa e no trabalho. E há determinadas tarefas que executo no computador A. E quando quero executar uma tarefa completamente diferente, mudo de gabinete e mudo para o computador B. Há leitores que vão achar muito estranho. Mas, eu tanto posso estar a monitorizar servidores, a gerir uma empresa, a escrever artigos para um blog, a tentar perceber física quântica, a fazer SEO e a promover sites ou ainda a comunicar na REDE com outras pessoas e a divertir-me. E preciso de mudar de ambiente, às vezes até de sistema operativo, para mudar o foco de concentração. Se tentar fazer isso tudo no mesmo sítio, no mesmo computador, não consigo o mesmo nível de produtividade. Achas estranho?</em></p>
<p>Algum software que tenho neste momento a correr nos meus Macs: Tweetie, Flow, iGTD, MacJournal, Picasa, Adium, Dreamweaver, Fireworks, NeoOffice.</p>
<p>Eu preciso dos 3 monitores exactamente para tentar separar as coisas e executar muitas tarefas ao mesmo tempo. No monitor central, ainda uso vários Spaces (ecrãs virtuais). </p>
<p>Compreendo perfeitamente a necessidade de ter um espaço independente para cada tarefa, ajuda a focar e a resolver um problema de cada vez sem nos sentirmos atolados em trabalho. Se eu abrir num monitor tudo o que vou ter que fazer nesse dia, o mais provável é ficar tão confuso que desisto antes de começar e acabo por não fazer nada.</p>
<p><em>Os meus 3 monitores não estão ligados ao mesmo computador, são 2+1, portanto eu também separo bastante as tarefas. E ainda tento manter umas coisa de parte no portátil. Como é que é o teu dia de trabalho? Escreves no teu blog que és webmaster profissional desde 2003. Portanto, imagino  que trabalhes a tempo inteiro nos teus sites. A que horas é que acordas? Tens um horário fixo para trabalhar?  Ou tens um horário mais ou menos livre? Como és dono do teu tempo, tens alguma dificuldade em manter uma certa disciplina de trabalho? Ou até trabalhar mais horas do que devias? Ou passa por fases? </em></p>
<p>Tem fases. Já me deixei acordar tarde porque saía à noite várias vezes por semana, já acordei antes do Sol nascer para trabalhar, hoje em dia tento ter um horário relativamente normal (acordar às 9). Como não tenho que deslocar-me para o trabalho, ganho esse tempo.</p>
<p>Trabalho mais horas do que devia porque estou quase sempre a trabalhar, mesmo que esteja a fazer outra coisa qualquer. Há sempre ideias para um novo site, para um artigo, para uma estratégia&#8230; tudo o que se passa na minha vida podia ser passado para a web em textos, fotos ou vídeos. Ontem experimentei uma aplicação fantástica para iPhone (Hipstamatic) e fiquei logo com vontade de fazer um site sobre o assunto. Mas não tenho tempo.</p>
<p><em>Quando é que decidistes criar um site sobre ganhar dinheiro na internet? Achas que é fácil ganhar dinheiro na internet? Eu uma vez escrevi um texto sobre ganhar dinheiro na internet e considerei que:<br />
a) era a coisa mais fácil do mundo<br />
b) morrem todos os dias africanos a tentarem emigrar para a Europa<br />
c) o Zé está desempregado e nos últimos dias tem evitado passar à frente do supermercado lá do bairro, porque tem lá uma dívida e não tem dinheiro para pagá-la.</p>
<p>É fácil ganhar dinheiro na internet?</em></p>
<p>Se vires a data do primeiro post no Web Milionário e andares uma ou duas semanas para trás, descobres quando é que decidi criar um site sobre ganhar dinheiro online. Quando decido fazer algo na net, não perco tempo. Depois pode pegar ou não.</p>
<p>É fácil ganhar algum dinheiro na net. Estupidamente fácil mesmo, principalmente quando se sabe como se faz, como em tudo na vida!</p>
<p>Ganhar dinheiro exclusivamente na net, pagar a segurança social e os impostos e viver bem já não é fácil, é preciso ter muitos conhecimentos, renovar esses conhecimentos a toda a hora e trabalhar bastante. Mas que tipo de negócio por conta própria é que não precisa disto tudo? Comparativamente, é mais fácil (ou menos difícil) ganhar dinheiro na net do que fora dela.</p>
<p><a href="http://www.webmaster.pt/wp-content/uploads/2010/03/web.jpg"><img src="http://www.webmaster.pt/wp-content/uploads/2010/03/web-e1269947926198.jpg" alt="WebMilionario" title="WebMilionario" width="600" height="359" class="aligncenter size-full wp-image-3707" /></a></p>
<p><em>Conheces o meu artigo sobre SEO: A Razão Não Chega. É Preciso Coração. Achas que a maioria das pessoas falha por uma questão emocional? Afinal, quem quiser aprender, se ler o conteúdo do teu site, do site do Custódio e do Paulo Faustino, entre outros, terá conhecimento suficiente para ganhar dinheiro na internet. Concordas comigo? Terá esse conhecimento, certo? Então, porque razão é que a maioria que tenta, falha?</em></p>
<p>Mas afinal estamos a falar sobre mim ou sobre os teus artigos? <img src='http://www.webmaster.pt/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  (pausa para ir reler o artigo)</p>
<p>Acho que a maioria das pessoas falha por várias razões diferentes. Vou por a questão ao contrário, há uma minoria que tem sucesso porque consegue reunir uma série de factores: é preciso ter algumas bases, ter maturidade, ter capacidade para aprender tópicos mais avançados, ter (ou inventar) tempo para por as coisas em prática, ter tempo e mentalidade para falhar muitas vezes até acertar, ter capacidade para ser o gestor de si próprio, e acreditar sempre que se os outros conseguem, eu também consigo. Podes conseguir compensar deficiências num ou noutro factor, mas se falhares claramente em vários, vais pertencer à maioria que nunca chega a ganhar nada que se veja.</p>
<p>Quase toda a gente que nos lê tem potencial para ganhar uns bons trocos na net, mas (felizmente para nós) perseguir esse objectivo não é para todos. As pessoas são diferentes e esta actividade que me dá tanto gozo (a maior parte do tempo) pode ser um pesadelo para outro tipo de pessoa.</p>
<p>Por fim, nenhum blog, nem o conjunto de todos, dá o conhecimento necessário para ganhar muito dinheiro na net. Dão conhecimentos importantíssimos, dão orientações, por vezes dão<br />
quase a papinha toda feita&#8230; mas o que faz a diferença é o que o leitor está disposto a dar de si para lá chegar.</p>
<p><em>Acabei de pesquisar [ganhar dinheiro] na internet e o site do Custódio está em primeiro lugar. O teu site está em terceiro. E o site do Paulo Faustino aparece em quinto. Nos comentários do blog do Pedro Dias, fiquei com a ideia que já houve uma disputa entre tu e o Custódio a propósito da compra de links. Concordas com os guidelines do Google a propósito da compra de links? É importante para ti disputares o primeiro lugar nesta palavra-chave?</em></p>
<p>O Custódio escreveu um artigo em que explicava como usava o Google para encontrar anunciantes AdWords e contacta-los directamente para lhes vender links nos seus sites de nicho, de forma a subirem nos resultados orgânicos e pouparem em AdWords. Eu escrevi um artigo onde disse que era brincar com o fogo estar a quebrar as guidelines do Google com o objectivo de retirar rendimentos ao próprio Google. E que divulgar isso num blog aconselhando os leitores a fazer o mesmo, era como brincar com o fogo regado em gasolina. </p>
<p>É a minha opinião e foi um pouco de &#8220;social bait&#8221; também, mas não lhe chamaria uma disputa. Compreendo o que ele fez, só achei arriscado demais aconselhar publicamente essa prática.</p>
<p>As guidelines do Google servem o próprio Google, como é natural. Qualquer webmaster deve sentir que tem o direito de vender links no seu site se quiser. E tem. O Google é que também tem o direito de o remover do seu motor de busca, se quiser. Acho que neste ponto o Google ainda tem que evoluir, era preferível que conseguisse identificar os links &#8220;não naturais&#8221; e simplesmente não lhes dar valor, do que obrigar os webmasters a usar o nofollow e penalizar quem não o faz.</p>
<p>Se essa palavra chave fosse essencial para mim, tinha registado um domínio com &#8220;dinheiro&#8221; no nome. É importante estar no top 5, mas duvido que alguma vez possa chegar ao primeiro lugar.</p>
<p><em>Acho que criastes uma expectativa interessante em termos de Marketing de mostrares a cara e apareceres num vídeo no teu blog. Achas que um blogger profissional está obrigado<br />
a dar esse passo? Os blogger profissionais nos EUA já deram esse passo. Parece-me importante em termos de estabelecer uma relação mais próxima com os leitores do blog. O Custódio já deu esse passo. Estás preparado para aparecer em vídeo? Já vemos muito vídeo nos blogs. Achas que nos próximos anos, vamos começar a ver vídeo nos próprios sites das<br />
empresas?</em></p>
<p>Acho que nos quase 2 anos de vida do Web Milionário já me consegui colocar ao nível dos bons blogs MMO em Portugal, destacando-me dos muitos medianos blogs de MMO, para não falar nos maus. Dar a cara e produzir vídeos é mais um passo nesse sentido. Neste nicho o que dá dinheiro é a credibilidade e a confiança, tudo o que pudermos fazer para trabalhar esses aspectos é importante.</p>
<p>Não acho que seja um passo obrigatório, o conteúdo de qualidade é suficiente para me prender a um blog. Mas juntar a esse conteúdo um bom template, uma boa imagem de marca, um site rápido, etc&#8230; são tudo factores que elevam o blog a outro nível. Os posts em vídeo são mais uma peça nesse puzzle.</p>
<p>Eu já vejo vídeo em todo o lado. Sempre que vou comprar algum produto, além de ler uma descrição, vejo um vídeo de demonstração. Já faz parte integrante da web.</p>
<p><em>No teu blog referes que tens 13000 visitantes mensais. O número pode já estar desactualizado. Mas, vais perder alguma privacidade com essa decisão. Há pessoas que se vão cruzar contigo na rua e reconhecer-te. Isso já deve ter acontecido com o Custódio. Uma vez expliquei a um cliente que poderia ser positivo ter um blog, pelas muitas razões que tu já sabes. E ele respondeu que escrever um blog era uma tarefa demasiado pessoal e que ele não estava disposto a abdicar da sua privacidade. E não implicava vídeo. Apenas escrever num blog.</em></p>
<p>Eu já sou reconhecido na rua de vez em quando, por uma audiência bastante maior que a do Web Milionário.</p>
<p><em>Visitei o teu mercado online e penso que tem pouco movimento. Mas, parece-me um fenómeno geral. No maistrafego, também não existe um movimento elevado no mercado de publicidade e até de venda de sites. O que é que poderia mudar este estado de coisas? Achas que a liberalização dos domínios .pt poderia ajudar? O que é que falta em Portugal para que o<br />
mercado seja mais dinâmico?</em></p>
<p>É verdade que tem pouco movimento, infelizmente. Eu também não o promovi muito mas parece que há alguma falta de interesse. Somos um país de pequenas dimensões e isso não deve mudar tão cedo, mas além disso andamos sempre uns anos atrasados em relação ao que se faz lá fora.</p>
<p>Acho que falta dinheiro a circular no meio online em Portugal. Sem muitas empresas a investir a sério em publicidade online, não há mercado para muitos sites rentáveis, não há empresas criadas para explorar esse mercado e não há empreendedores na web. Esse mercado está a crescer, aos poucos, mesmo em tempo de crise. Eu continuo a trabalhar e a esperar por mais investimento nesta área.</p>
<p>Não sei se os domínios .pt liberalizados iam contribuir para um aumento de mercado. Hoje em dia já qualquer pessoa regista o seu .pt com algum trabalho e investimento. E sem trabalho nenhum e meia dúzia de euros regista um .com ou .net que pode ter imenso potencial. Não me parece que seja o nome a fazer a diferença.</p>
<p><em>Que objectivos é que tens para o teu blog para 2010? Estabelecestes objectivos concretos? Quais? No fim do ano, quantas visitas mensais queres ter? Que objectivo é que tens no Twitter? Promoves o teu blog no facebook? Que objectivos para o facebook? O Paulo Faustino está a vender um livro. O Custódio oferece serviços de consultoria? Estás a pensar oferecer conteúdo pago? Ou promover serviços para rentabilizar mais o teu blog?</em></p>
<p>Estão aqui os meus <a href="http://www.webmilionario.com/projectos/parabens-web-milionario/" target="_blank">objectivos para o segundo ano de vida do blog</a>.</p>
<p>Neste momento não estou muito preocupado com valores absolutos para visitantes ou seguidores. Quero continuar a crescer, apenas isso. Já estou numa posição confortável em que sou procurado por anunciantes, para dar o salto seguinte preciso de bastante tempo livre que tem sido difícil de encontrar.</p>
<p>O Facebook é uma parte importante de vários projectos que tenho, mas no Web Milionário não tem grande relevância. O tempo não dá para tudo.</p>
<p>Estou a pensar oferecer conteúdo pago sob várias formas. Um ebook quando tiver tempo para o fazer e uma <a href="http://pro.webmilionario.com" target="_blank">comunidade privada</a> que será a minha forma de prestar serviços de consultoria muito acessíveis, entre outras coisas. Está online, mas ainda não podem entrar</p>
<p><em>Promoves a NetAffiliation e ao mesmo tempo queixas-te do tempo que demoram a pagar? Como é que é? Vale a pena utilizar a NetAffiliation ou não? O único problema é o atraso nos pagamentos? Ou há ocasiões em que não pagam mesmo algumas comissões?</em></p>
<p>Promovo e ganho dinheiro com a NetAffiliation, portanto recomendo a quem quer ganhar também. Mas quando me tratam mal, reclamo. Quando não me pagam, queixo-me. E não escondo isso nos meus artigos só para gerar mais comissões, porque a palavra chave no blog tem que ser sempre a confiança. Eu só recomendo aquilo que testei e conto a minha experiência, com o que tem de bom e de mau.</p>
<p>Até agora só posso dizer que a NetAffiliation se atrasa bastante com os pagamentos de algumas campanhas específicas, supostamente por culpa dos anunciantes que não pagam. Se é só um atraso grande ou se não vão pagar mesmo&#8230; pergunta-me daqui a 20 anos.</p>
<p><em>Na tua entrevista com o NetFast surgiu a questão se era melhor apostar em projetos maiores ou criar muitos sites pequenos. A ideia até estava mais simplificada: apostar tudo num só site ou em centenas de sites mais pequenos. Que opinião é que tens sobre isto?</em></p>
<p>Cada webmaster deve seguir aquilo que funciona com ele e que lhe dá mais prazer. No meu caso, nem 8 nem 80. Não sou capaz de ficar preso a um só projecto, por maior e mais bem sucedido que ele seja. Vejo sempre isso como uma oportunidade para criar mais coisas e não consigo ficar parado. A fase de criação dá-me muito mais prazer do que a manutenção.</p>
<p>Também não me revejo no sistema de criar um site por semana e estar sempre a produzir &#8220;sites de lixo&#8221; para vencer pela quantidade. Gosto de ter projectos que conseguem alguma visibilidade e reconhecimento.</p>
<p>Para um webmaster semi-profissional, 3 ou 4 projectos poderá ser o ideal para manter o equilíbrio entre a qualidade e a diversidade.</p>
<p><em>Li um Tweet teu onde escrevestes &#8220;A trabalhar arduamente num site de desporto que vai dar que falar&#8230;&#8221;. Eu acho que um site que era capaz de dar que falar era um site sobre futebol criado por 4 ou 5 pessoas como tu. Um site criado através duma parceria dessas para concorrer com o maisfutebol por exemplo, esse seria um site de desporto que daria muito que falar. Nunca ponderastes criar projectos maiores em parceria? Eu vejo o Shoemoney e o John Chow a ajudarem-se mutuamente. Obviamente ganham comissões quando isso acontece. Mas, em Portugal, parece que existe pouca colaboração entre os bloggers profissionais? Mas, dá-me a tua perspectiva sobre este assunto.</em></p>
<p>Tem piada ires buscar esse assunto porque esse site era efectivamente uma parceria. Eu tenho um domínio muito bom nessa área, mas não tenho tempo para manter algo dessa envergadura, daí só poder ser fruto de uma parceria. Eu fiquei encarregue apenas da parte técnica.</p>
<p>Infelizmente quem se ofereceu para gerir o conteúdo e arranjar uma equipa de editores teve &#8220;mais olhos que barriga&#8221; e desistiu pouco tempo depois. Mas eu tenho o domínio e o site pronto, arranja a equipa para escrever e abrimos amanhã!</p>
<p><em>Li um artigo sobre as tuas viagens à Online Marketing Expo em Madrid e a OMExpo em Barcelona. Acho que ficou claro nesse artigo que gostas de viajar. Que cidades da Europa é que conheces? Qual a tua preferida? Qual é que escolhias para viver e porquê?</em></p>
<p>Conheço Madrid, Barcelona, Vigo, Mónaco, Roma, Milão, Veneza, Florença, Amsterdão, Lubjiana e Bruxelas. Tenho que ir a Londres e Paris brevemente, são falhas enormes.</p>
<p>Gosto bastante de Barcelona e adorei Florença. Mas também gosto muito de Lisboa, Cascais e Sintra, por isso acho que vou continuar por aqui.</p>
<p><em>És do Sporting, não és? O que achas desta temporada? Que mudanças? Ainda apoias o presidente do Sporting? E estás disposto a continuar a apoiar até quando? Achas que o Sporting deveria investir mais na equipa de futebol, mesmo que isso signifique um risco maior na gestão da situação económica do Sporting? Achas que o Costinha é o homem certo para o lugar de Director Desportivo?</em></p>
<p>É claro que sou do Sporting. Esta temporada foi (e vai continuar a ser) um pesadelo. Se ainda apoio o presidente? Isso implica que o apoiei, o que não é verdade. Apoio o Sporting, e por arrasto o seu presidente, mas não votei nele nem lhe reconheço competência neste ano de gestão de clube.</p>
<p>Acho que o Sporting tem que lutar com as mesmas armas que os seus rivais e isso implica gastar mais do que pode. Sempre foi assim e as coisas funcionavam. Desde que vieram os senhores das finanças, começaram a vender activos e a usar os miúdos da academia como principal fonte de jogadores, em nome da saúde financeira. Mas o passivo tornou-se muito maior! É algo que me ultrapassa. Cada vez mais tenho vontade de me candidatar a um cargo no clube para perceber o que andam a fazer ao Sporting.</p>
<p>O Sá Pinto podia ter sido o homem certo, mas foi o que se viu. Agora o Costinha já tem o seu caso também. Cada vez que embalam com umas vitórias, dão um tiro no pé. Assim nem precisamos de adversários.</p>
<p><em>Encontrei este tweet teu: &#8220;O Avatar deve ser o filme com mais clichés de sempre!&#8221; Não gostastes do filme? Em concreto, o que é que te desagradou? Achas que o filme muda alguma coisa na história do cinema com esta nova tecnologia 3D? Atrai-te a ideia de visitares, neste caso através desta nova tecnologia, um mundo extraterreste, muito diferente do nosso?</em></p>
<p>Gostei da primeira hora de filme, como entretenimento puro. Depois comecei a achar a história demasiado previsível e os diálogos demasiado maus. Na última meia hora já só pedia que terminasse, por amor de Deus! A tecnologia é engraçada, mas tal como um jogo não são só os gráficos, um filme não é só o 3D. Eu não sentia necessidade de dizer ao mundo que não gostei do filme, se não houvesse pessoas com a necessidade de afirmar que é o melhor filme de sempre. Isso choca-me.</p>
<p>Atrai-me a ideia de visitar um mundo novo em 3D, mas atrai-me mais uma história bem contada.</p>
<p><em>Então, este é o <a href="http://nanuni-kokoritu.blogs.sapo.pt/" target="_blank">animal da moda</a>? Tens alguma animal de estimação ou já tivestes?</em></p>
<p>Esse foi uma brincadeira só para testar o poder dos blogs no Sapo, que é demasiado, na minha opinião. Já tive alguns animais de estimação, neste momento tenho uma cadela, a Starla.</p>
<p><em>Qual é o maior desafio que a humanidade enfrenta hoje, em 2010? O problema do clima, do crescimento sustentável, da economia, do terrorismo, da guerra no Médio Oriente, da falta de água? De que forma é que tu, vais ajudar a humanidade a vencer esse desafio? </em></p>
<p>Acho que o maior problema é o facto de a população mundial crescer desmesuradamente, enquanto os recursos do planeta diminuem. Além disso a esperança de vida aumenta, há cada vez mais população inactiva para sustentar. A solução tem passado por manter a maior parte da humanidade na pobreza mas há potências como a China, a Índia e o Brasil a conquistar mais poder económico e  toda essa gente vai querer ter o seu automóvel, o LCD e a PlayStation.</p>
<p>Eu sinceramente não sei como vencer desafios dessa dimensão. A minha parte passa por ter criado o meu próprio emprego e gerar riqueza. Acho que se a humanidade não encontrar soluções, a natureza vai resolver o problema por nós, com um reboot ao sistema.</p>
<p><em>És religioso? Acreditas em Deus? O que é que acontece quando morremos? Acreditas que existem valores morais absolutos? Ou achas que a moral é decidida por cada comunidade, a<br />
cada tempo, pela regra da maioria, 50% mais 1 voto?</em></p>
<p>Não sou religioso e não faço ideia se existe algo a que possamos chamar Deus. Quando morremos podemos ser enterrados ou cremados, de resto não tenho a certeza.</p>
<p>Se os valores morais são absolutos ou ditados pela comunidade é uma boa questão, prometo que vou pensar nela e um dia podemos debate-la enquanto bebemos umas imperiais e comemos<br />
tremoços, porque isso dá pano para mangas.</p>
<p>Boa sorte para o WebMaster.pt e um abraço para todos os leitores.
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 12:07:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Soares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Featured]]></category>

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		<description><![CDATA[Entrevistamos o Paulo Faustino do escoladinheiro.com, um dos bloggers mais conhecidos em Portugal e no Brasil. Quem quiser aprender a ganhar dinheiro na internet, sugerimos que sigam o blog do Paulo Faustino. <p><a href="http://www.webmaster.pt/paulo-faustino-escoladinheiro-3485.html">Paulo Faustino Do EscolaDinheiro.com</a> &eacute; um artigo da nossa comunidade: <a href="http://www.webmaster.pt">Webmaster.pt Marketocracia Digital</a></p>

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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><br />
No teu perfil no Linkedin, escreves que és gerente da Web Industries e que trabalhas na criação de sites, blogs, lojas de comércio electrónico,  seo e marketing. Numa entrevista à MestreSEO, dissestes que eras um  “canivete suiço” e que fazias um pouco de tudo. </p>
<p>Quando preenches um  formulário para abrir uma conta bancária, o que é que escreves no campo  Profissão? Em Portugal, existe a profissão de blogger? É possível ser um  blogger em regime de exclusividade?</em></p>
<p>Olá Rui, antes de mais obrigado pelo convite para esta entrevista. De facto considero-me um pouco um canivete suiço, e orgulho-me de ter  aprendido praticamente tudo o que sei de uma forma auto-didacta. Tendo  em conta que estou colectado nas finanças como trabalhador por conta  própria, normalmente preencho o campo da profissão como Empresário ou  Empresário em Nome Individual. </p>
<p>Em Portugal já é possível ser-se um blogueiro, mas ainda não existe um código de actividade económica para a  profissão. Existirá sempre a necessidade de tentar algo aproximado à  realidade. Acredito que isso poderá mudar num futuro muito próximo,  especialmente e tendo em conta que nos Estados Unidos ser-se blogueiro é  já hoje uma profissão, e existem milhares de empresas a pedir blogueiros  profissionais para tratarem da alimentação e autoria dos seus projectos.  Um blog é hoje, mais que nunca, um modelo de negócio.</p>
<p><em>Eu tenho inveja de quem vive numa aldeia, no meio da natureza, próxima duma cidade onde exista uma FNAC ou uma Worten, mas suficientemente longe da poluição, do trânsito, dos vizinhos surrogates que balbuciam bom dia. Gostas de viver em Leiria? Quais são para ti as vantagens e desvantagens de viver numa cidade mais pequena? Vives num apartamento ou numa vivenda? Se pudesses escolher o teu local de sonho para viver, escolhias Leiria? Ou optavas por uma cidade mais cosmopolita como Londres ou Nova Iorque?</em></p>
<p>De facto, sou um apaixonado por Leiria. Adoro a cidade, adoro o ambiente e adoro as pessoas (algumas). Embora viva numa aldeia a 3km da cidade, sou particularmente apaixonado pela cidade e não propriamente pelo campo. Embora goste de ambas. A grande vantagem de viver numa cidade relativamente mais pequena  prende-se com o ambiente. Existe menos trânsito, é possível atravessar a  cidade toda em 10 minutos (ou menos) e existe um grande à vontade quando  se passeia na rua, tanto de dia quanto de noite. </p>
<p>Neste momento vivo numa vivenda, e sinceramente não me imagino a viver numa outra cidade neste  momento da minha vida. Tenho as minhas raízes e a minha felicidade aqui também, pelo que não faz sentido neste momento equacionar uma emigração. No entanto, a sair, gostaria imenso de viver na Australia. Gosto particularmente de Camberra e Sydney.</p>
<p><em>Ainda és estudante de Engenharia Informática? A maioria dos teus colegas pede dinheiro aos pais para sair à noite. E vivem com um orçamento pessoal limitado à mesada que recebem. Achas que a internet é um meio de liberdade e de antecipação para pessoas mais jovens, que conseguem uma autonomia financeira mais cedo? E como é que te relacionas com os teus colegas de curso? Eles sabem que ganhas dinheiro online? Esse estatuto ajuda-te no teu relacionamento com as tuAs colegAs? Como é que arranjas tempo para estudar?</em></p>
<p>Entrei para Engenharia Informática este ano. Embora já tivesse estado na faculdade durante dois anos, tive de interromper o desafio por falta de tempo, numa altura em que comecei a dirigir uma empresa na área da informática. Entretanto decidi que era altura de recomeçar o sonho, embora o único objectivo seja mesmo a aprendizagem e o desafio pessoal. Ser engenheiro ou não ser para mim não muda nada, tanto em termos pessoais como profissionais. </p>
<p>Acredito sim que a Internet é uma plataforma que permite aos jovens de  hoje ganharem dinheiro e talvez conseguirem a sua independência um pouco  mais cedo. No entanto, é necessário ter maturidade e inteligência para se fazer as coisas com pés e cabeça, caso contrário as oportunidades perdem-se e a imagem também.</p>
<p>O meu relacionamento com colegas de curso é perfeitamente normal. Apenas dois ou três sabem que sou blogueiro profissional e sinceramente também não procuro qualquer tipo de estatuto, muito menos junto do meio de feminino. Essa parte da minha vida também está devidamente cimentada.</p>
<p>Relativamente ao tempo para estudar, é de facto a maior adversidade deste sonho. Com a exigência que a Internet que me coloca neste momento, com a necessidade de actualizar os blogs, de responder às centenas de emails e de ainda realizar outros tipos de trabalhos, fica complicado conseguir tempo para tudo. No entanto, o primordial na minha opinião é conseguir estar presente na aulas de corpo e alma, assimilar o máximo de matéria e a sua génese, e posteriormente aplicá-la nos exames. O estudo apenas uma forma de prática e memória, pelo que se conseguir antecipar isso, é possível ter sucesso.</p>
<p><em><br />
Um dos meus interesses é a consciência humana, na perspectiva de responder à pergunta “quem sou eu?” ou “quem somos?” e há um conjunto de temas associados, como a neurologia, a física quântica, a evolução, a cosmologia, a religião, etc pelos quais tenho uma obsessão. Achas que eu poderia tornar-me um blogger profissional a escrever sobre esses temas? Porque gosto muito dos temas. Porque leio muito sobre esses temas. Porque teria sempre interesse em escrever sobre esses temas. Ou achas que é necessário efectuar uma análise prévia ao volume de tráfego potencial duma determinada área temática e ao valor económico desse tráfego? </p>
<p>Há um método para começar uma caminhada até ao ponto de chegada chamado problogger? Ou achas que há vários caminhos e nem sempre o caminho mais percorrido é o caminho mais indicado para todas as pessoas?</em></p>
<p>Eu acredito que nos dias de hoje é possível ser-se um blogueiro profissional em praticamente todas as áreas de negócio. Existe mercado e interesse globalizado, e com mais de 50 milhões de internautas a ler e a consumir conteúdos em português, existe uma abrangência enorme de áreas e interesses. </p>
<p>A análise de mercado é importante do ponto de vista económico, mas não é o mais importante na minha opinião. Embora o seja relativamente ao potencial de tráfego, interesse e rendibilidade, existem múltiplas formas de rentabilização indirecta, nomeadamente a consultoria, as palestras, a criação de produtos ou serviços, e por aí adiante.</p>
<p>Existe de facto uma caminhada relativamente estratégica quanto à caminhada para o &#8220;problogging&#8221;. É necessário ter métodos de trabalho, organização, um esquema editorial de qualidade e acima de tudo conhecimento. Embora não existam fórmulas infalíveis, todos os probloggers têm em comum a capacidade de sacrifício e trabalho. No entanto, isso reflecte precisamente o facto de existirem várias abordagens diferentes. Tanto pode ser um problogger aquele indivíduo que escrevia 10 artigos por semana e fazia um enorme trabalho de marketing, como o indivíduo do lado que escrevia 3 vezes por semana mas com um impacto gigantesco. Como referi, não existem fórmulas infalíveis. Existem métodos de trabalho.</p>
<p><em><br />
Li nalgumas entrevistas que destes que começastes a gerir uma loja de comércio electrónico na área do material informático e que depois começastes com uns sites com adense e alguns programas de afiliados. Obviamente não aprendestes isto no curso de Engenharia Informática. Os teus professores ensinam coisas interessantes, mas não ensinam a ficar rico. Onde é que primeiro contactastes com as ideias de rentabilizar um site com adsense e programas de afiliados? </p>
<p>Há muitas pessoas a tentarem ganhar dinheiro online exclusivamente com adsense. Achas que é um bom ponto de partida? Ou és da opinião que é necessário desde o início trabalhar outras fontes de rendimento, como os programas de afiliados, os serviços e produtos próprios, a publicidade directa? Há uma espécie de escada? O primeiro passo é começar com adsense. Depois aprender a rentabilizar programas de afiliados. E continuar a subir a escada até vender produtos e serviços próprios.</em></p>
<p>Comecei na área da rentabilização a consumir blogs americanos, principalmente o Problogger, John Chow e ShoeMoney. Foi aí que começou o meu interesse em aprofundar a área, assimilar mais informação e procurar o conhecimento.</p>
<p>Acredito que é possível viver de uma rentabilização exclusiva com Adsense, embora não considere essa opção para mim. Como costumo referir nos meus artigos, não faz sentido algum estar dependente apenas de um programa de monetização. Se existem vários, porque não diversificar e alargar o leque de monetização? Isto significa, obviamente, que sou totalmente de acordo com um método de monetização variada, desde o primeiro dia.</p>
<p>A ideia da escada provavelmente até faz algum sentido. Os programas de afiliados ainda não são utilizados em tão grande escala como provavelmente o Adsense. São também relativamente mais complexos e/ou estranhos para a grande maioria dos potenciais blogueiros. Mas acredito que exista uma escada, mas não necessariamente por causa do efeito monetização. Existe uma escada porque determinadas formas de rentabilização só se efectivam quando se começam a subir escadas. O Adsense é rentável desde o primeiro dia de um blog, enquanto que os programas de afiliados já requerem um pouco mais de tráfego, e a venda de produtos ou serviços já requer uma audiência específica, que só é construída com vários meses de trabalho contínuo.</p>
<p><em>Vejo que tens um media kit no teu blog. Achas que é possível ganhar bom dinheiro com a publicidade directa sem andar a correr atrás dos anunciantes? Eu vejo por exemplo uma revista de papel a cobrar preços exorbitantes por um anúncio. Mas, são empresas com vendedores, que são autênticas melgas. Quando ferram, não largam mais. Procuras activamente anunciantes?</em></p>
<p>O Midia Kit infelizmente ainda não está disponível para download porque ainda não houve tempo para combater todas as frentes. Com o lançamento do nosso Livro de Exercícios para Blogueiros ficou complicado conseguir realizar todas as tarefas em simultâneo. Mas concordo sim, que é possível ganhar dinheiro com a comercialização de publicidade num blog, sem que seja necessário correr atrás dos anunciantes. </p>
<p>Nós somos a prova viva disso. Nunca, em dois anos de vida do blog, alguém recebeu um email nosso a  propor a ocupação de espaços publicitários. São os anunciantes que nos contactam interessados na aquisição dos espaços que temos para venda e nunca o contrário. Não porque não nos interesse, mas porque damos bastante valor à integridade da nossa marca e da nossa imagem. Precisamente pela imagem que passou dos vendedores. Essa é a imagem que  desejamos que ninguém tenha de nós.</p>
<p><em>Mudastes o domínio no teu blog e consequentemente a própria mensagem. Estás a ponderar passar dum blog que publica conteúdos grátis e que é rentabilzado com adsense, publicidade directa, programas de afiliados, para um blog onde prestas serviços pagos de coaching ou onde eventualmente vais também vender produtos próprios?</em></p>
<p>A mudança de domínio, imagem e mensagem tem precisamente a ver com o impacto que desejamos ter. Nunca desejámos deixar de produzir conteúdo gratuito para os nossos leitores e procurar uma rendibilidade através dos programas disponíveis no mercado. Isso é certo que será sempre o nosso principal veículo de comunicação. No entanto, sabíamos que a mudança de imagem nos abriria portas para muitas outras coisas. </p>
<p>Estávamos limitados em termos visuais e profissionais com o antigo nome e com a antiga imagem. Era demasiado informal, pouco profissional e até algo sensacionalista. E a aposta na mudança foi ganha. Ganhámos maior protagonismo, o nosso tráfego subiu cerca de 20% instantaneamente, passámos a ser contactados para palestras (demos uma em Março e temos duas agendadas para Abril e Maio), e passámos a ser vistos um pouco além do blog. Isso deu-nos também confiança para introduzirmos novas formas de rentabilização, e foi precisamente por aí que decidimos lançar o nosso primeiro Livro, o qual felizmente tem sido um sucesso tremendo.</p>
<p><em>Vejo muitos probloggers ou probloggers jr a promover o email marketing e com links de afiliados para o aweber. Vou-te fazer uma pergunta muito franca. Subscrevo algumas dessas newsletters desses mesmos probloggers e não vejo uma dinâmica que permita uma rentabilização substantiva da newsletter. Por acaso, acho que não subscrevo a tua newsletter. Achas que é ético ganhar dinheiro a promover a aweber sem ter ganho antes alguns tostões a utilizar o aweber? Não estou a opinar sobre o assunto. Apenas a perguntar.</em></p>
<p>A Aweber tem de facto qualidades emergentes e é um dos melhores /auto responders/ do mercado, essencialmente e por culpa do seu fantástico sistema de tracking estatístico. No entanto acredito que embora seja passível de ser recomendável, a recomendação funciona melhor quando o blogueiro apresenta experiências reais e concretas que por ventura tenha realizado. Quando se apresentam dados de utilização, a recomendação traduz-se em maiores conversões. Embora recomende como opção de escolha a Aweber, não a utilizo na Escola Dinheiro e também nunca escrevi nenhum artigo extensivo sobre a mesma.</p>
<p>Quanto à rendibilidade de uma newsletter, ela funciona mas em casos muito específicos. As newsletters além de serem uma excelente forma de direccionar tráfego específico, são uma excelente forma de aumentar as taxas de conversão de programas de afiliados específicos, e também um excelente canal de vendas para quem tem Livros ou Serviços para venda.</p>
<p><em>Que bloggers portugueses é que lês? Em geral e especificamente na area do ganhar dinheiro online? E estrangeiros?</em></p>
<p>Eu leio muito, mas infelizmente o Português não é bem a minha área. Como procuro antecipar-me a determinadas situações, gosto bastante mais de ler blogs Americanos ou Australianos. Não só por estarem na vanguarda de praticamente tudo, mas também pelo facto de serem bastante mais técnicos e explicativos. No meu Google Reader tenho mais de 600 blogs subscritos,<br />
mas infelizmente não tenho conseguido ler nada. Com os exames da faculdade e a quantidade de trabalho que a Escola Dinheiro exige, torna-se muito difícil conseguir ler blogs. Ainda assim, tento acompanhar minimamente a rede da Envato, com a qual me identifico imenso, e ainda alguns blogs como o do Yaro Starak e Copyblogger.</p>
<p><em>Tens heróis? Pessoas que admires, por causa daquilo que te ensinaram ou por causa da vida que viveram? Há pessoas que admiram um Gandhi. Eu, por exemplo, tenho uma profunda admiração pelo David Bohm, um físico que já faleceu. Devo-lhe as ideias que tenho sobre física quântica. E, quando era míúdo, Jesus Cristo era o meu herói. E o meu pai e a minha mãe não precisam de ser heróis. Já são muito mais do que heróis. Quem são os teus heróis?</em></p>
<p>Sou pouco ligado à admiração pelos outros do ponto de vista do herói. Gosto bastante de admirar o trabalho e as conquistas de determinados profissionais, e identifico-me bastante com os modelos impostos por alguns deles, mas dificilmente os considerarei heróis. Acho a idolatração um pouco exagerada. </p>
<p>Ainda assim, identifico-me imenso com o Darren Rowse do Problogger, não só pelas semelhanças em termos de percurso na blogosfera, mas também pela admiração que tenho pela sua pessoa e pelas suas conquistas. </p>
<p>Fora da Internet identifico-me imenso com o José Mourinho, o qual já tive a oportunidade de analisar bem de perto quando treinou a União de Leiria. Admiro-o não só pelas conquistas, mas acima de tudo pela sua metodologia de trabalho e treino. É um organizador táctico por excelência, e também um dos profissionais de desporto mais inteligentes do momento, na minha opinião.</p>
<p><em>O que é que querias ser quando eras criança? Bombeiro, polícia, médico? Achas que a tua profissão actual é mais satisfatória do que a profissão que querias ser quando eras um menino?</em></p>
<p>Quando era pequeno lembro-me de dizer que queria ser construtor. O meu irmão era muito bom enquanto desenhador, tinha jeito para os desenhos, e então eu dizia que quando fôssemos grandes, ele desenhava e eu construía.</p>
<p>De facto aquilo que é hoje a minha profissão, e ao contrário do que se possa pensar numa primeira análise, é fruto da minha persistência, modéstia à parte. Comecei a trabalhar aos 17 anos em fabrico de moldes para plásticos. Em pouco mais de 3 anos tive 7 empregos diferentes. Saltei as empresas de moldes para as empresas de informática, depois saltei das empresas de informática para um projecto aliciante de criação e gestão de uma empresa própria de informática, e em Agosto de 2007 deixei a empresa para trabalhar a tempo inteiro na Internet. Lutei,<br />
sofri e dediquei-me aquilo que considerei ser o estilo de vida perfeito para mim. Isenção de horário, métodos de trabalho, escrever e ensinar aquilo que mais gosto, e hoje sinto-me completamente realizado no âmbito  profissional e relativamente às actividades que faço online e offline.</p>
<p><img src="http://www.webmaster.pt/wp-content/uploads/2010/03/escoladinheiro-e1269346332537.jpg" alt="Paulo Faustino do escoladinheiro.com" title="Paulo Faustino do escoladinheiro.com" width="600" height="418" class="aligncenter size-full wp-image-3490" /></p>
<p><em>O que é que fazes quando passas pela porta do supermercado e encontras lá uma pessoa com uma deficiência a pedir dinheiro? Que papel é que atribuis ao Estado em termos sociais? Desconfias das organizações sem fins lucrativos? Às vezes, apercebo-me que não publicam as contas online e os cargos nessas associações são muito bem remunerados. Às vezes, interrogo-me: em cada 1 Eur que damos para caridade, nestas organizações bem intencionadas, quantos cêntimos é que acabam nas mãos de quem precisa? Costumas ser selectivo na ajuda que dás? Ou o simples facto de teres dado a alguma organização qualquer já te alivia o dever social?</em></p>
<p>Acredito que exista dever social ou pelo menos aquilo a que chamo o respeito cívico. Deve-se sempre respeitar o próximo e de tempos a tempos tenho também os meus momentos de solidariedade. Não costumo fechar os olhos a pedintes ou pobres, como também não fecho a idosos que necessitem de uma simples ajuda para atravessar a estrada ou subir um passeio. </p>
<p>No entanto não faço análises ao comportamento das instituições sem fins lucrativos. De facto existem imensas instituições e associações que não são transparentes, e é verdade que também não concordo com alguns dos cargos vigentes na grande maioria delas, mas isso é um problema que me ultrapassa e para qual a impotência é uma palavra-chave. Cabe-me manter o meu dever cívico e respeito pelo próximo, e deixar esse tipo de diligências para quem entende delas.</p>
<p><em>Gostavas de participar num projecto social para ensinar o que tu sabes aos miúdos pobres que vivem em bairros degradados e onde as oportunidades de trabalho são poucas e muito difíceis?</em></p>
<p>Com a mudança de estratégia que implementámos este ano, temos vindo a ser contactos no sentido de ajudar algumas coisas, seja através da formação e/ou da ministração de palestras, e obviamente que tentamos sempre enquadrar tudo na nossa agenda e naquilo que nos é possível fazer pela sociedade. Tanto aceitamos um convite para dar uma palestra numa feira de marketing internacional, como aceitamos dar outra num colégio de ensino secundário para jovens de 14 e 15 anos.</p>
<p>A ideia de ajudar-mos crianças de bairros degradados é interessante e obviamente mexe connosco, mas também capacidade de discernir que dificilmente lhe conseguiríamos transmitir aquilo que sabemos no que toca à Internet e à blogosfera. Esses miúdos precisam primeiro de iniciar um contacto com a sociedade moderna, com os meios de comunicação e com a tecnologia, e só depois é que poderíamos de alguma forma orientá-los para uma tentativa de criação de modelos de negócio. Mas acredito que se fôssemos convidados para um projecto devidamente<br />
estruturado e competente, certamente nos adaptaríamos às condições e tentaríamos dar-lhes aquilo que na verdade eles necessitam: uma orientação para o futuro.</p>
<p><em>Foi uma entrevista fascinante com uma pessoa que é um dos pioneiros no blogging profissional em Portugal. Já subscrevi o RSS feed do blog do Paulo Faustino. E confesso que serei um leitor atendo do que ele e a Regina Santana escreverem.</em>
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<p><a href="http://www.webmaster.pt/paulo-faustino-escoladinheiro-3485.html">Paulo Faustino Do EscolaDinheiro.com</a> &eacute; um artigo da nossa comunidade: <a href="http://www.webmaster.pt">Webmaster.pt Marketocracia Digital</a></p>
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		<title>Inês Gonçalves Da Google</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Feb 2009 00:25:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Soares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Google AdWords]]></category>

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		<description><![CDATA[Entrevista com a Inês Gonçalves da Google, onde abordamos vários temas, entre os quais, a experiência de trabalhar na Google, Google AdWords, anúncios gráficos, de vídeo e de mini-aplicações e cliques inválidos.<p><a href="http://www.webmaster.pt/ines-goncalves-google-6.html">Inês Gonçalves Da Google</a> &eacute; um artigo da nossa comunidade: <a href="http://www.webmaster.pt">Webmaster.pt Marketocracia Digital</a></p>

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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Como é que aconteceu trabalhares na Google? </em></p>
<p>Estava num outro emprego mas comecei a espreitar outras oportunidades nos jornais. Apareceu um anúncio com uma vaga para Dublin e achei que nunca entraria na Google mas que seria um bom treino para entrevistas. Uma entrevista após a outra, acabei por entrar e mudar de malas e bagagens para a Irlanda, onde fica a sede europeia.</p>
<p><em>Como é que é a experiência de trabalhar na Google? O que é que gostas mais dessa experiência?</em></p>
<p>Trabalhar na Google é quase como mudar de emprego frequentemente. Estamos sempre a participar em novos projectos, a ter novas oportunidades e a trabalhar num contexto bastante dinâmico em que temos de nos adaptar rapidamente. O que mais gosto é mesmo a possibilidade de partilhar e ideias e fazê-las acontecer. Qualquer pessoa que tenha uma boa ideia e a consiga argumentar poderá receber a luz verde para a implementar ou passar às pessoas que melhor o possam fazer.</p>
<p><em>O que é que fazes na Google?</em></p>
<p>Neste momento sou responsável de Marketing em Portugal. Isto significa que acabo por fazer um pouco a ponte entre o mercado e os engenheiros que desenvolvem e melhoram os produtos,  promover os diferentes produtos da Google de modo a que os utilizadores não só utilizem mas gostem cada vez mais do que temos para oferecer. Adicionalmente, a empresa recebe grande parte das suas receitas através dos serviços de publicidade pelo que é importante que por um lado estes sirvam cada vez melhor as necessidades actuais como, por outro, dar a conhecer a existência e o potencial que o marketing de pesquisa tem para qualquer empresa. Finalmente, é ainda necessário cuidar da imagem de marca da empresa garantindo que estamos à altura do que os utilizadores esperam de nós.</p>
<p><em>Já nos conhecemos de campanhas de co-marketing da Google. Fostes tu que me ensinastes que o Google é o motor de pesquisa, mas também A empresa Google: <strong>A Google</strong>. Eu antes olhava para o Google como uma realidade masculina: o Google. Escrevo isto porque imagino que haja leitores a estranharem a ideia <strong>DA Google</strong>. Acho que todos sabemos o que é O Google. Mas, o que é A Google? É uma empresa cotada na bolsa, com accionistas. Tem um motor de pesquisa, mas também publicidade PCP, youtube, gmail, Google Apps, Chrome&#8230; O que é A Google?</em></p>
<p>A Google é a empresa que tenta organizar toda informação do mundo e torná-la universalmente acessível, a qualquer momento, a partir de diferentes plataformas. Basicamente, nós passamos a nossa vida à procura de alguma coisa: de um emprego, do amor da nossa vida, da paragem do auto-carro, de onde fica uma determinada aldeia,  do preço do gasolina, de onde podemos comprar o último rato sem fios que saiu no mercado. Enfim, a Google tenta ajudar a que todos encontrem o que procuram. Obviamente, o motor de pesquisa é o nosso principal projecto mas por vezes a informação precisa de ser organizada de outra forma. Por exemplo, se procuramos pelas nossas próximas férias, não será mais fácil vê-las no mapa do que em 1-2 linhas nos resultados de pesquisa? E o desespero que era encontrar uma mensagem na caixa de correio electrónico?&#8230;</p>
<p><em>O Google AdWords é uma publicidade onde se medem os resultados ao minuto. E o retorno do investimento pode ser imediato. Em que estado está a utilização da publicidade CPC em Portugal comparativamente com outros países? As agências de publicidade já entranharam o conceito? Vejo por exemplo o El Corte Inglês a fazer publicidade no termo perfumes e vejo mais anunciantes nesse termo por exemplo. Há um maior investimento em CPC?</em></p>
<p>O AdWords é de facto um serviço de publicidade com características muito próprias e que permitem às empresas portuguesas tornarem-se mais competitivas, mesmo com orçamentos reduzidos. Especialmente agora, em que a situação económica não está fácil, é importante pensar bem em como vamos investir cada Euro e ver exactamente quanto é que esse Euro traz de volta. Esta mensagem já começa a estar presente no mercado e isso reflecte-se nos resultados. Já vês muitas empresas a anunciar e campanhas de alto nível, perfeitamente integradas na estratégia de comunicação do anunciante. Obviamente, esperamos que cada vez mais empresas, desde as grandes às pequenas empresas e mesmo trabalhadores individuais adiram ao AdWords e comecem a ter uma presença mais forte e relevante na Internet.</p>
<p><em>Porque razão é que a Google paga mais aos anunciantes com CTR mais elevados?</em></p>
<p>O CTR é a taxa de cliques. Ou seja a percentagem de vezes que um anúncio foi clicado comparativamente ao número de vezes que foi apresentado. Os anúncios Google têm como fundamento serem relevantes, ou seja, quem procura por sapatos deverá encontrar anúncios sobre sapatos no motor de pesquisa ou em Web sites que estejam relacionados com sapatos, vestuário, moda, etc. Os anúncios acabam assim por não ser intrusivos mas antes serem um valor acrescentado para o utilizador. Consideramos finalmente que a taxa de cliques (CTR) está intimamente ligado à relevância do anúncio, que deverá ser premiada. Um anúncio sobre um clube desportivo num site de desporto será mais relevante (e terá provavelmente um CTR mais elevado) do que um anúncio sobre tapetes de arroiolos. Considera-se assim que a experiência do utilizador vai ser melhor no primeiro caso e, por isso, estes anúncios deverão ser premiados com uma maior receita para o editor.</p>
<p><em>Acho que a maioria das pessoas associa os anúncios Google AdWords aos links patrocinados que aparecem no resultado das pesquisas e esses anúncios são em texto. Há dias, estava a ver um vídeo no blog do Gary Vaycerchuk e na parte de baixo do vídeo vi anúncios do Google AdWords. Qual o desempenho desses anúncios comparativamente com os anúncios em texto? O CRT é mais elevado? As taxas de conversão são mais elevadas?</em></p>
<p>Os anúncios gráficos, de vídeo e de mini-aplicações (ou gadget) têm objectivos distintos dos anúncios de texto. A ideia com anúncios de texto que aparecem no motor de pesquisa é levar o utilizador a uma acção. Alguém está activamente à procura de algo e encontra um anúncio com a resposta. Existe aqui um maior objectivo de conversão e a taxa de cliques costuma ser mais alta. No caso dos restantes anúncios, que vão aparecer unicamente na rede de conteúdos, a ideia é mais de aumentar a notoriedade, criar um posicionamento ou criar uma determinada imagem de marca (por exemplo, decidirmos colocar os nossos anúncios apenas em Web sites de desporto para dar uma imagem mais activa e saudável). Estes anúncios criam uma experiência mais rica em termos de interactividade e mais apelativa graficamente. De qualquer forma, os objectivos aqui já não são tão focados em conversões directas. Um exemplo: se for uma empresa de refrigerantes bastante conhecida e colocar um anúncio de vídeo nos Web sites de maior tráfego, a minha ideia não é necessariamente que os cibernautas cliquem no video e comprem latas de refrigerante no meu Web site. Provavelmente, nem vou medir no curto prazo o que aconteceu às vendas da bebida. A ideia é mais mostrar que continuo activa, moderna, inovadora e que&#8230; estou presente em todos os momentos dos meus clientes. Para mais, o vídeo que tiver sido criado para o anúncio vai dizer algo sobre mim e estabelecer um momento de comunicação com o público alvo.</p>
<p><em>Como é que a Google gere a questão dos cliques inválidos? Eu não encontro muita informação a esse respeito da parte da Google. Parece-me que a ideia é que o segredo é a alma do negócio. Existe alguma ideia sobre a percentagem de cliques inválidos? </em></p>
<p>Exacto. A ideia é que quanto mais explicarmos como filtramos os cliques inválidos mais fácil se torna de enganar o sistema. Trata-se de um assunto que achamos prioritário e de extrema importância. Os anunciantes não deverão pagar por cliques que não são legitimos e levamos isso muito a sério. Temos tecnologias bastante avançadas e que estão constatemente a ser actualizadas e, claro, contamos também com meios humanos. Temos assim uma combinação de  análise humana e técnica que permite atacar este problema. Neste momento a esmagadora maioria dos cliques é filtrada antes mesmo de os resultados aparecem na conta AdWords co cliente (daí os resultados que aparecem não serem actualizados em tempo real) e, quando identificamos que alguns cliques inválidos chegaram a ser contabilizados, repomos o valor em formato de crédito automaticamente na conta AdWords do cliente.
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<p><a href="http://www.webmaster.pt/ines-goncalves-google-6.html">Inês Gonçalves Da Google</a> &eacute; um artigo da nossa comunidade: <a href="http://www.webmaster.pt">Webmaster.pt Marketocracia Digital</a></p>
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		<title>Custódio Do DinheiroOportunidade.com</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Jan 2009 10:25:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Soares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogging]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[Entrevista com o Custódio, do blog dinheirooportunidade. Trata-se dum caso de sucesso de alguém que ganha milhares de Euros exclusivamente através da internet.<p><a href="http://www.webmaster.pt/custodio-dinheirooportunidade-47.html">Custódio Do DinheiroOportunidade.com</a> &eacute; um artigo da nossa comunidade: <a href="http://www.webmaster.pt">Webmaster.pt Marketocracia Digital</a></p>

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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Custódio, antes de mais, gostaria de te apresentar aos nossos leitores. És um blogger profissional e, para além das receitas do teu blog, ganhas também dinheiro com outros sites, programas de afiliados, arbitragem, vendas no ebay, publicidade AdSense, domain parking, entre outras fontes de receita. As receitas do teu blog, <a href="http://www.dinheirooportunidade.com" target="_blank">dinheirooportunidade.com</a>, relativamente a Novembro de 2008 foram no valor de 1479 Eur.</em></p>
<p><em>Concordas que és um blogger profissional?</em></p>
<p>Hum&#8230;. Sinceramente não me considero blogger profissional.  O &#8220;Blog do Dinheiro&#8221; ocupa-me no máximo duas horas por dia, portanto não penso que o rótulo de &#8220;profissional&#8221; se encaixe.  Também não é a minha maior fonte de receitas.</p>
<p><em>Quando é que começastes a ganhar dinheiro na internet?</em></p>
<p>Comecei em Janeiro de 2004.  Tal como muitas outras pessoas, como o <a href="http://www.shoemoney.com" target="_blank">Jeremy Schoemaker (ShoeMoney)</a> ou o <a href="http://www.entrepreneurs-journey.com">Yaro Starak</a>, eu comecei por vender no eBay.</p>
<p><em>Quanto é que ganhas em média por mês?</em></p>
<p>Hum&#8230; Nesta altura tenho um rendimento menos previsível, mas nunca menos de 5000€ por mês e dificilmente mais que 10 mil.</p>
<p><em>Já tivestes outros empregos ou ocupações profissionais? Quais?</em></p>
<p>Posso te garantir que já fiz quase um pouco de tudo, nunca tive medo de trabalhar, mesmo quando andava na Universidade nos EUA.  Mas nada que queira estar a realçar.</p>
<p><em>Que qualificações é que tens?</em></p>
<p>Sou formado em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ci%C3%AAncias_Atuariais" target="_blank&lt;/a&gt;">Ciências Actuarias</a>, da Universidade de Connecticut.  Passei os dois primeiros exames Actuarias &#8220;à primeira&#8221; e tentei uma vez o Terceiro exame sem sucesso.  Ao todo são doze se não me engano, mas de qualquer forma nunca exerci.</p>
<p><em>Como é que apareceu a ideia de escrever um blog?</em></p>
<p>Achei que havia um mercado para um blog neste nicho em Português, e que eu poderia preencher essa lacuna.  Também queria fazer algo um pouco diferente.</p>
<p><em>Que bloggers é que admiras ou lês com mais frequência?</em></p>
<p>Infelizmente, por uma questão de tempo, agora leio poucos blogs.  Mas aquele que mais me inspirou foi sem dúvida o <a href="http://www.johnchow.com">John Chow</a>.</p>
<p><em>O Shoemoney, que conheces certamente, teve muitos empregos diferentes, sem sucesso. E admitiu que não tinha perfil nem para ser mandado (ter um patrão), nem para mandar (ser patrão). Identificas-te com esta faceta da personalidade dele?</em></p>
<p>Sim, neste momento eu não podia voltar a trabalhar por alguém.  Dai eu nem sequer aceitar qualquer espécie de &#8220;trabalho&#8221;, nem aceitar clientes, e tenho recebido sempre muitas ofertas por causa do blog.  Também não sou grande gestor de pessoas, mas esse parece ser um mal nacional.</p>
<p><em>Como é que é o dia a dia de alguém que trabalha em casa?</em></p>
<p>Essa é a melhor para de se trabalhar desde casa!  Tenho um post no blog sobre o meu dia típico.  De qualquer maneira, realço que o facto que não tenho horários, não quer dizer que não trabalhe muito.</p>
<p><em>Tens um espaço em casa dedicado ao teu trabalho?</em></p>
<p>Sim tenho um escritório onde trabalho.  Gosto de pensar que tenho excelentes condições de trabalho.  Podem ver algumas <a href="http://dinheirooportunidade.com/index.php/eu-e-o-meu-escritorio/">fotos do meu local de trabalho aqui</a>.</p>
<p><em>Quais são os teus instrumentos de trabalho?</em></p>
<p>Dois computadores (um portátil e um fixo), três monitores, e dois acessos à internet.</p>
<p><em>Quantos computadores é que utilizas? Porquê?</em></p>
<p>Tenho dois computadores, que mantenho lado a lado, e uso três monitores.  É uma questão de &#8220;multitasking&#8221;, é também para não ter que andar a abrir e a fechar browsers.  Agora como tenho um toolbar no blog com chat, mantenho um dos ecrãs sempre no chat, para ver quando lá tenho leitores com perguntas.</p>
<p><em>Utilizas impressora, scanner, telemóvel no teu trabalho?</em></p>
<p>Impressora sim, scanner também mas raramente (tenho um scanner da idade da pedra).  Telemóveis não gosto.</p>
<p><em>Que software é que utilizas para organizares o teu trabalho?</em></p>
<p>Para organizar?  Uso um programa da Cute Reminder para criar lembretes e tomar notas.  Comprei há muitos anos&#8230; mas eu sou um pouco desorganizado&#8230; lol</p>
<p><em>Que scripts é que utilizas? Apenas o wordpress? Também o Joomla?</em></p>
<p>Já scripts uso muitos.  O WordPress neste momento é um dos meus favoritos, não tanto para blogs no sentido tradicional, mas como CMS.  Tenho também  muitas lojas BANS.  Estou a usar muito o WPReview Site, phpBay Pro, e recentemente um tema WordPress para sites de &#8220;classificados&#8221; (e não só).</p>
<p><em>Que extensões firefox é que tens instaladas e recomendas e porquê?</em></p>
<p>Desde que fiz o upgrade para a última versão do Firefox tenho menos, pois muitas não estão disponíveis.  Tenho o Adsense Notifier que me diz quanto estou a ganhar com o Adsense de 15 em 15 minutos.  Tenho o Screen Grab para tirar &#8220;fotos&#8221; de páginas web, principalmente para usar no blog, sempre que preciso de dar um exemplo.  Tenho também o Search Status para rapidamente poder ver o Rank Aelxa e PageRank dos sites.</p>
<p><em>Sentes falta de trabalhar em equipa, de teres colegas de trabalho? Ou preferes ser um solitário, na parte que toca ao trabalho?</em></p>
<p>Não sinto falta disso, até que tenho o messenger ligado para conversar com alguém sempre que quero, e faço saidas frequentes durante o dia, quer para ir tomar um café, beber uma Guinness, ir ao ginásio ou outra coisa qualquer.</p>
<p><em>Nas bases de dados científicas, um trabalho científico é valorizado pelo número de citações que recebe doutros trabalhos. Quanto mais citações receber, mais valor é atribuído a esse trabalho. Mas, nestas citações, não há mercado, nem dinheiro. O motor de busca do Google foi baseado neste sistema de citações académicas. Tem existido alguma polémica entre o Google e alguns bloggers a propósito dos links pagos. O Google alega que se trata duma citação que viola normas eticas e penaliza-as e alega que basicamente está a proteger a qualidade do motor de busca. Alguns bloggers alegam que a motivação do Google é eliminar concorrência no mercado de publicidade.</em></p>
<p><em>Vendes links? Utilizas o no follow? Que opinião é que tens sobre o assunto?</em></p>
<p>Não vendo &#8220;links&#8221;, no sentido de vender PageRank, vendo trafego e visitantes qualificados.  Não sou muito a favor de vender apenas links, no sentido em que o único benefício será o chamado &#8220;link juice&#8221;.  De qualquer maneira, concordo que o Google está apenas interessado em controlar ao máximo o mercado publicitário.</p>
<p><em>E no caso dos Pay per Post? Como é que diferencias aquilo que é publicidade, daquilo que é conteúdo sujeito a normas editoriais?</em></p>
<p>A questão dos posts pagos para mim é uma falsa questão.  Os meus são marcados como tal, mas acho que prestam um serviço ao leitor e ao anunciante, para além de serem uma fonte de receita para o blogger.  Até consigo argumentar que um post pago num blog poderá ser mais objectivo que um post não pago, mas vou deixar isso para um próximo post no blog.</p>
<p><em>Informas os teus leitores dos links para afiliados?</em></p>
<p>Não há informação específica sobre cada link, mas é seguro partir do princípio que qualquer link no blog pode e deve ser de afiliado.</p>
<p><em>Já comprastes links? Achas que faz sentido comprar links exclusivamente para SEO?</em></p>
<p>Nunca comprei links exclusivamente para SEO, a não ser para aproveitar promoções pontuais, mas nestes casos os benefícios de SEO foram poucos ou nenhuns.</p>
<p><em>O teu blog é sobre ganhar dinheiro. Há conhecimentos que adquiristes com trabalho, experiência, dinheiro. E que de certa forma são segredos profissionais. Muitas vezes, partilhar informação também é um meio de ganhar dinheiro, porque os leitores inscrevem-se nos programas de afiliados, etc.  Quando estás a pensar sobre um artigo que queres escrever, ocorre-te com frequência dúvidas sobre o que deves ou não partilhar? Até onde é que estás disposto a partilhar os teus segredos?</em></p>
<p>Isto de partilhar &#8220;segredos&#8221; é complicado.  Quando digo segredos estou-me a referir a exemplos concretos e a dar links para sites.  Há alguma necessidade de fazer isto pelo benefício para o leitor.  Mas para o blogger nunca acaba bem; por norma as pessoas são preguiçosas e limitam-se a copiar o que já fizemos.  Neste caso perde o blogger e perde a pessoa que copiou, pois nunca vai conseguir grandes benefícios.  Há depois também algumas pessoas (muito poucas) maldosas que prejudicam deliberadamente o site&#8230;</p>
<p><em>Eu acho que o ano de 2009 vai ser um ano difícil, com recessão técnica e falências e desemprego. Que percepção é que tens em relação à economia portuguesa? Onde é que precisamos de melhorar? Interessas-te pela politica portuguesa? Votas nas eleições? Participas activamente? Visitas mais o cnn.com ou o expresso.pt?</em></p>
<p>Todos dizem que 2009 vai ser complicado, portanto vamos ter um ano complicado.  As recessões e os ciclos económicos são um pouco &#8220;self-fulfilling prophecies&#8221;.  Quanto mais se fala na recessão maior é a possibilidade de ela acontecer e de serem mais profundas.</p>
<p>Tenho uma opinião muito negativa em relação à económia Portuguesa, que se vem confirmando há mais de 6 anos.  Precisamos de reformas profundas, e ninguém está disposto a fazê-las.  Nesta altura a minha solução é contruir casinos em todo o lado, tipo Macau ou Las Vegas&#8230; lol</p>
<p>Em relação à nossa politica e aos nossos politicos, só dão vontade de rir&#8230; tanta mediocridade, vivem com a cabeça enterrada na areia.  A minha maior dúvida é saber se eles (politicos) acreditam mesmo naquilo que dizem.</p>
<p>Não visto esses sites, mas o LCD do meu escritório está quase todo o dia no CNBC e na Bloomberg.  Há certas coisas que não faço na net pois já trabalho na net&#8230;</p>
<p><em>Achas que uma pessoa desempregada, se for um leitor fiel do teu blog, é capaz de ganhar dinheiro na internet? Que conselho prático é que podes dar a alguém que esteja desempregado, com muito tempo disponível e com um orçamento muito limitado em termos de investimento?</em></p>
<p>Claro que podem.  Ainda esta semana publiquei um email que recebi de um leitor que conseguiu isso mesmo, sendo que ele não estava desempregado e até tinha menos tempo.  Nem é preciso dinheiro.  A internet é mesmo o ideal para qualquer pessoa numa situação dessas.  Quem tiver tempo para investir só não ganha dinheiro na internet se não quiser.  Só não vai ganhar dinheiro se não se dedicar e se seguir o caminho dos esquemas de enriquecimento rápido.</p>
<p><em>Para ganhar dinheiro é preciso ter dinheiro? Eras capaz de ganhar dinheiro com o Aci Berry se não tivesses capacidade para investir em AdWords?</em></p>
<p>Campanhas PPC já é outro coisa&#8230;. aqui é preciso ter dinheiro.  Só para se &#8220;aprender&#8221; é preciso investir algum dinheiro, se calhar 1000€ ou mais.  Mas as pessoas quando querem &#8220;estudar&#8221; também têm que pagar para aprender, e aprender Adwords não é um curso de 4 anos, mas de alguns meses.  De qualquer forma, isto já é um negócio muito mais complicado, já não é para todos.  Não recomendo a ninguém que comece por aqui.</p>
<p><em>Achas que foi importante investir no logo do teu blog para teres o sucesso que tens?</em></p>
<p>Hum&#8230; acho que dá uma imagem ao blog, que o torna destinto, espero que no sentido positivo.  Sinceramente, acho que devemos investir na nossa imagem, mas eu faço isso &#8220;on&#8221; e &#8220;offline&#8221;.  Gosto de me sentir bem comigo mesmo.</p>
<p><em>Há muitas pessoas a tentarem seguir o mesmo caminho que tu seguistes, basicamente a tentarem ganhar dinheiro na internet. E leio muitas vezes confissões de insucesso e de frustração. Porque razão é que achas que tantas pessoas falham, onde tu tivestes sucesso?</em></p>
<p>Deve ser pela mesma razão que falham noutras coisas da vida.  Não se dedicam, não investem tempo, não levam as coisas a sério, não têm sentido de prioridade.    Procuram sempre o percurso mais fácil.  As pessoas que ganham dinheiro na internet teriam sucesso em qualquer outra coisa que tentassem fazer na vida, a internet não é diferente de tudo o resto
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